A Phoebus, que é integrante do consórcio de exportação de software PBTech, iniciou as negociações com empresários dos dois países em abril deste ano. Os árabes estão interessados na solução para redes de correspondentes bancários desenvolvida pela empresa. A expectativa é de que o negócio se concretize até o final de 2004 e que gere US$ 160 mil em um ano.
Autor: Geovana Pagel
Até o final deste ano, a entidade vai participar de duas feiras internacionais, na Síria e nos Emirados Árabes Unidos, e duas nacionais, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Empresas interessadas devem entrar em contato com o departamento de marketing da CCAB.
São esperados na Francal cerca de 2 mil importadores de 100 países. Entre eles da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Líbano e Kuwait. No ano passado, 2,5 milhões de pares de sapatos fabricados no Brasil foram exportados para a região, dos quais 1,2 milhão só para os Emirados. O evento deverá receber mais de 48 mil visitantes brasileiros e vai abrigar 850 expositores.
O maior evento calçadista da América Latina é voltado para o lançamento das coleções primavera-verão 2004/2005 e deve receber 2 mil compradores internacionais.
Em 8 de outubro de 1979 o Clube Sírio venceu o Mundial Interclubes de Basquete. Quase 25 anos depois, três campeões mundiais relembram a emoção que tomou conta do time – do qual fazia parte Oscar Schmidt – no dia em que um lotado ginásio do Ibirapuera vibrou com cada ponto marcado pelos brasileiros.
O maior evento do setor na América Latina, que será realizado na próxima semana, exibirá o resultado da união entre fabricantes de sapatos e badalados estilistas de roupas. Os países árabes estão entre os potenciais compradores desses produtos.
O governo tunisiano anunciou a abertura de concorrência pública para a compra de ônibus para o serviço de transporte coletivo urbano e rodoviário. As empresas interessadas têm até o dia 30 de setembro para a entrega das propostas. Uma fabricante brasileira, a Busscar, de Joinville, já confirmou o interesse em participar da concorrência.
Evento, que será realizado em setembro na capital da Síria, pode servir de porta de entrada para empresas brasileiras interessadas no mercado árabe. O Brasil terá um estande organizado pela Câmara Árabe Brasileira e pelo Itamaraty. Além de atender à demanda interna, a feira costuma receber visitantes de diversos países do Oriente Médio.
Um público estimado em 40 mil pessoas, entre compradores internacionais e visitantes, conferiu as novidades apresentadas por 250 expositores em São Paulo.
Com shows e mostra de produtos típicos, estande do Ministério do Turismo promove 14 destinos turísticos brasileiros no evento em São Paulo.
O Tropical Spice, formado por empresas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, quer exportar roupas infantis para os árabes.
A cadeia produtiva do couro movimenta mais de US$ 4,1 bilhões por ano no Brasil, reúne 7 mil indústrias, emprega mais de 500 mil pessoas e exportou aproximadamente US$ 3,3 bilhões no ano passado. Na avaliação de representantes do setor, porém, as receitas poderiam ser bem maiores caso fossem estimulados os embarques de produtos de maior valor agregado.
Empresas exportaram sucos e biscoitos para o Senegal. A entrada no país faz parte da estratégia para alcançar os demais mercados da região, como as nações árabes localizadas no norte do continente.
Emirados Árabes, Arábia Saudita e Iêmen importam caramelos de leite fabricados pela Embaré desde 1995. Em 2004 a empresa incluiu o leite em pó na sua pauta de exportações e passou a vender também para o Iraque.

