Segundo o IBGE, foram produzidas 778,82 milhões de dúzias no terceiro trimestre, o maior volume da série histórica, iniciada em 1987.
Agronegócio
Compras de fertilizantes pelo Brasil no mercado internacional somaram 22,3 milhões de toneladas de janeiro a novembro. Fornecimento de países árabes subiu mais, 32,2%.
Entre os países árabes, mercado egípcio possui o maior potencial de crescimento em 2017, segundo a ABPA. Em 2016 embarques para o país africano cresceram 45,8%.
Vendas externas brasileiras deverão chegar a US$ 5,5 bilhões até o final do ano, 7% a menos do que em 2015. Mercados como Egito e Arábia Saudita compraram aquém do esperado, porém, há expectativa de retomada.
Países da região compraram 13,3% mais produtos em novembro, comparado com o mesmo mês de 2015, enquanto embarques totais caíram 3,1% no período.
Região comprou 1,1 milhão de sacas do produto brasileiro neste ano até novembro, mas volume foi menor do que ano passado. Maior importador no mercado local é o Líbano.
Estimativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Este ano, expansão será de até 3%.
Vendas internacionais do produto recuaram em volume e também em dólares em novembro. No acumulado do ano, há crescimento na quantidade embarcada.
Presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações, Roberto Jaguaribe, disse que o País tem que mostrar no exterior que sua agricultura é sustentável.
Medida vale para aves inteiras e congeladas até 31 de maio do próximo ano. A justificativa é o aumento de preço do produto local.
Brasil embarcou 3,3 milhões de sacas no mês passado, maior volume mensal de 2016.
Um contêiner com a leguminosa produzida em Goiás pode abrir espaço para o produto brasileiro no mercado internacional.
Iniciativa surgiu durante visita do ministro brasileiro da Agricultura, Blairo Maggi, a Marrakech para participar da COP 22. A ideia é verificar quais produtos agrícolas um país pode fornecer ao outro.
Vendas externas renderam US$ 449 milhões, um recuo de 19% em relação ao mesmo mês do ano passado.

