Foram embarcadas mais de 34 milhões de sacas, uma redução de 8% em relação ao ano anterior.
Agronegócio
Receita com os embarques caiu 7%, embora volume exportado pelo Brasil tenha crescido 1%, para 1,4 milhão de toneladas.
Segundo ABPA, o objetivo é a prevenção contra a influenza aviária. Na semana passada, o Chile registrou ocorrência de foco da doença.
Conab prevê crescimento de 15% na produção. Já o IBGE espera uma colheita recorde.
Alíquota foi elevada de 5% para 20%. Associação do setor avícola avalia que impacto nas exportações brasileira será ‘marginal’.
Brasil embarcou 4,4 milhões de toneladas em 2016, um aumento de 1,9% sobre 2015. Faturamento foi de US$ 6,8 bilhões, um recuo de 4,5% na mesma comparação.
Aumento foi de 12,8% nos onze primeiros meses do ano.
Foram produzidas 51,37 milhões de sacas este ano, um aumento de 19% sobre a safra anterior.
Produção chegará a 694,5 milhões de toneladas na colheita 2016/2017, segundo projeção da Companhia Nacional de Abastecimento.
Segundo o IBGE, foram produzidas 778,82 milhões de dúzias no terceiro trimestre, o maior volume da série histórica, iniciada em 1987.
Compras de fertilizantes pelo Brasil no mercado internacional somaram 22,3 milhões de toneladas de janeiro a novembro. Fornecimento de países árabes subiu mais, 32,2%.
Entre os países árabes, mercado egípcio possui o maior potencial de crescimento em 2017, segundo a ABPA. Em 2016 embarques para o país africano cresceram 45,8%.
Vendas externas brasileiras deverão chegar a US$ 5,5 bilhões até o final do ano, 7% a menos do que em 2015. Mercados como Egito e Arábia Saudita compraram aquém do esperado, porém, há expectativa de retomada.
Países da região compraram 13,3% mais produtos em novembro, comparado com o mesmo mês de 2015, enquanto embarques totais caíram 3,1% no período.

