Região comprou 1,1 milhão de sacas do produto brasileiro neste ano até novembro, mas volume foi menor do que ano passado. Maior importador no mercado local é o Líbano.
Agronegócio
Estimativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Este ano, expansão será de até 3%.
Vendas internacionais do produto recuaram em volume e também em dólares em novembro. No acumulado do ano, há crescimento na quantidade embarcada.
Presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações, Roberto Jaguaribe, disse que o País tem que mostrar no exterior que sua agricultura é sustentável.
Medida vale para aves inteiras e congeladas até 31 de maio do próximo ano. A justificativa é o aumento de preço do produto local.
Brasil embarcou 3,3 milhões de sacas no mês passado, maior volume mensal de 2016.
Um contêiner com a leguminosa produzida em Goiás pode abrir espaço para o produto brasileiro no mercado internacional.
Iniciativa surgiu durante visita do ministro brasileiro da Agricultura, Blairo Maggi, a Marrakech para participar da COP 22. A ideia é verificar quais produtos agrícolas um país pode fornecer ao outro.
Vendas externas renderam US$ 449 milhões, um recuo de 19% em relação ao mesmo mês do ano passado.
IBGE prevê colheita de 209,4 milhões de toneladas no ano que vem, com aumento sobre 2016. Maior crescimento deve ocorrer no Nordeste.
Empresa processadora de alimentos comunicou ao mercado que contratou bancos de investimentos para assessorá-la na procura.
Primeiro escritório internacional do frigorífico atenderá a região do Oriente Médio. Companhia exporta 20% de sua produção.
Último painel do 4º Fórum Brasil-África, em Foz do Iguaçu, foi mediado pelo diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.
Segundo ABPA, empresas brasileiras exportaram 3,7 milhões de toneladas nos primeiros dez meses do ano.

