Estimativa para o ciclo 2014/2015 foi ampliada em 2,3 milhões de toneladas de grãos e agora totaliza 204,5 milhões de toneladas.
Agronegócio
Dados do Cecafé indicam que Brasil faturou US$ 87,3 milhões com exportações de café ao mundo árabe de janeiro a maio deste ano, avanço de 2,5%. Mas houve recuo na quantidade embarcada.
Índice da FAO que mede o custo em cinco grupos de commodities registrou em maio queda de 20,7% em comparação com o mesmo período de 2014.
Volumes de carne de frango embarcados em maio deste ano pelo Brasil somaram 329,2 mil toneladas. Houve aumento da receita em reais e queda em dólares.
Delegação da Autoridade Saudita para Alimentação e Medicamentos está no Brasil para conhecer unidades de criação e abate de bovinos e aves. Também haverá reunião para discutir fim do embargo à carne bovina.
Recursos para custeio, investimento e comercialização da safra 2015/2016 somarão R$ 187,7 bilhões, segundo Ministério da Agricultura e Presidência da República.
Vendas internacionais recuaram 8,9%, segundo Organização Internacional do Café. Também houve queda no comércio global no atual ano safra, que começou em outubro de 2014.
Faturamento do frigorífico com as exportações às duas regiões aumentou no primeiro trimestre, mas participação dos mercados no total exportado pela empresa recuou.
Companhia Nacional de Abastecimento prevê colheita de grão no ciclo 2014/2015 em 202,23 milhões de toneladas, um crescimento de 0,76% sobre a projeção anterior.
Vendas do produto recuaram 7% em volume e em faturamento no mês de abril. Mas alguns países, como Rússia, Venezuela, Irã e Argélia, compraram mais.
Em função de preços maiores, receita com o mercado internacional avançou mais que o volume no primeiro quadrimestre. Os países árabes também compraram mais café do Brasil.
Queda no índice da FAO que mede custos de commodities teve redução de 1,2% em abril em comparação com março. Expectativa para o ano é de preços menores devido aos elevados estoques.
Empresa ampliou exportações em 11% no primeiro trimestre do ano, mas câmbio e dívida em dólar afetaram resultados do período.
Receita no Oriente Médio e África cresceu 15,1% no primeiro trimestre do ano. Segundo a fabricante brasileira de alimentos, resultado foi impulsionado principalmente por desempenho nos Emirados Árabes e na Arábia Saudita.

