O evento ‘Brasil e Norte da África: oportunidades para o agronegócio e a segurança alimentar’ acontece nos dias 29 e 30 de janeiro, em São Paulo. Encontro, que tem apoio da Câmara Árabe, está com as inscrições abertas.
Agronegócio
Ministério da Agricultura prevê que Produto Interno Bruto do setor corresponderá a até 23% do total nacional. Produtividade da pecuária cresceu e da agricultura caiu em 2014.
Maior navio de cargas de açúcar do mundo desembarcou 106 mil toneladas do produto no Porto de Jebel Ali. Carregamento pertencente à Bunge Brasil saiu do porto de Santos em novembro.
Usinas sucroalcooleiras do Centro-Sul do Brasil pretendem fechar ano com processamento de 567 milhões de toneladas do produto, segundo Unica.
Compras brasileiras do produto somaram 22,4 milhões de toneladas de janeiro a novembro. Países árabes ampliaram participação como fornecedores.
Pesquisa do instituto mostra que a produção agrícola brasileira chegou a 188 milhões de toneladas no ano passado, o que equivale a R$ 232 bilhões.
Estado foi o que mais fez envios de produtos do agronegócio ao exterior em novembro, segundo informações do Ministério da Agricultura.
Associação do ramo prevê vendas externas de US$ 8 bilhões em 2015, contra US$ 7,3 bilhões em 2014. Perspectiva de retomada das compras pela Arábia Saudita gera otimismo.
Foram 720 milhões de dúzias no terceiro trimestre do ano, segundo dados do IBGE.
Número do IBGE aponta avanço sobre 2013, com expectativa de colheita de 194,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas.
Avaliação é da Associação Brasileira de Proteína Animal, que prevê também expansão nas vendas ao Oriente Médio e aumento da produção nacional.
Vendas do produto ao exterior renderam US$ 594,5 milhões em novembro, com volume de três milhões de sacas embarcadas. Para o mundo árabe, houve recuo nos envios.
No acumulado entre janeiro e novembro deste ano, embarques caíram 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Emirados Árabes Unidos compraram mais do que em 2013.
Companhia brasileira adquiriu Big Frango, do Paraná, e grupo Primo Smallgoods, da Austrália. Segundo presidente Wesley Batista, negócio com Primo aumentará exposição da empresa a produtos de valor agregado.

