Empresa agrícola brasileira cultivou alimentos em 10,5 mil hectares no país árabe em 2013, mas pretende chegar a 30 mil hectares em 2014. Meta é investir em milho, sorgo e feijão, que têm alta demanda local.
Agronegócio
Indústria brasileira apresenta na próxima quarta-feira equipamento capaz de armazenar 35 mil toneladas de grãos, ou 590 mil sacas de soja.
De janeiro até o último dia 28, o Brasil exportou mais de US$ 6 bilhões. Valor já supera o total do ano passado. Egito é um dos principais compradores do produto.
As usinas localizadas na região, que respondem por mais da metade da produção nacional de açúcar e etanol, transformaram 542,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar até novembro.
Região é a que mais importa do Brasil. Volume embarcado avançou 6% de janeiro a outubro e a receita cresceu 18,5%, chegando a US$ 2,5 bilhões.
Previsão do Valor Bruto da Produção para 2014 feita pelo Ministério da Agricultura estima alta de 4,95% em relação ao total esperado para 2013.
A cooperativa gaúcha exportou o produto para Iraque, Arábia Saudita e Jordânia nos dois últimos anos e pretende fazer novos embarques em 2014. Meta é também desbravar mais mercados na região.
Receita com vendas para a região recuou 1,4% nos dez primeiros meses deste ano e somou US$ 6,80 bilhões. Queda na exportação para a África foi maior, 12,3%, mas resultado geral foi positivo.
Evento acontece de 13 a 17 de novembro. Haverá provas de velocidade, habilidade e de avaliação das características dos animais. Mostra terá ainda atividades para mulheres e crianças.
Expectativa é que safra de cereais faça com que variação no fim deste ano e em 2014 seja menor. No mês passado, índice de preços calculado pela instituição ficou 1,3% acima do registrado em setembro.
Segundo pesquisa do IBGE, o Brasil produzirá 184,2 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, volume 1,4% menor do que na colheita deste ano.
O Brasil exportou quase 1,2 milhão de sacas ao Oriente Médio e Norte da África no período de janeiro a outubro deste ano.
Frigorífico ficará com plantas da BRF no estado do Mato Grosso. Em troca, BRF terá participação acionária na empresa.
Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul firmaram declaração conjunta que prevê cooperação internacional para reduzir dependência de produção de alimentos dos efeitos climáticos.

