Em reunião com representantes do Sindipeças, o embaixador do Egito em Brasília, Ahmed Darwish, afirmou que seu país está interessado em receber instalações de fábricas brasileiras.
Oportunidades de Negócios
Três empresas de Minas formaram um consórcio para exploração de minério no norte do estado. Elas querem capital internacional no projeto e já há contatos com Emirados Árabes Unidos e China.
A feira Medica, de produtos médico-hospitalares, deve render US$ 32 milhões em negócios para as brasileiras. Entre os pedidos de exportação estão clientes do Egito, Líbano, Tunísia e Sudão.
Edital e contrato para a construção do trem de alta velocidade (TAV), que liga São Paulo ao Rio, será colocado em consulta pública. As propostas apresentadas serão abertas no final de maio.
A associação cearense de artesãos Grão de Cor, de Fortaleza, exporta cerca de 30 mil garrafinhas com areia colorida para o país árabe. Da Jordânia, as peças são enviadas para outros países.
A Apex está apoiando empresas brasileiras que querem fornecer para a indústria de petróleo e gás da região. O tema fez parte do seminário sobre internacionalização de companhias realizado na Fiesp.
Os países da região representam 20% da movimentação de carga da PGL. A parceria da brasileira com a Aramex, com sede na Jordânia, facilita as exportações ao mundo árabe.
O diretor da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai, Hassan Al Hashemi, apresentou a idéia ontem, durante reunião com a diretoria da Câmara Árabe Brasileira e representantes da Apex.
Essa é a expectativa das empresas brasileiras que participaram da feira de móveis e decoração realizada no final de novembro, em Dubai. A Abimóvel e a Apex levaram 23 expositores ao evento.
Para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, os produtos elétricos brasileiros têm boa competitividade para se estabelecerem no mercado árabe.
A Cereser exporta a bebiba sem álcool para quatro países árabes e vem aumentando sua presença na região. Há um mês, a empresa patrocinou um torneio de tênis no Catar, onde serviu taças com sidra.
Esse é o total de vendas que devem fazer as empresas brasileiras a partir da mostra, que terminou nesta quinta-feira em Dubai. Foram realizados mais de três mil contatos no estande do Brasil.
Além dos fabricantes europeus, as empresas brasileiras que estão na Big 5, feira de construção em Dubai, precisam disputar mercado com as indústrias locais. A maior fabricante dos Emirados é a Rak.
O país vai destinar verba suplementar de US$ 13,8 milhões para a infraestrutura de 12 zonas industriais. Com isso, o total de investimentos previstos para o segmento chega a US$ 240 milhões.

