Segundo levantamento da Federação das Indústrias do estado, os aportes serão realizados nos próximos três anos nas áreas de energia, infraestrutura e indústria.
Oportunidades de Negócios
Dubai – Um relatório recente da instituição britânica “Business Monitor International”, especializada na área de acompanhamento de negócios, prevê o aumento dos gastos com soluções de tecnologias da informação (TI), nos Emirados Árabes Unidos, de US$ US$ 3,1 bilhões em 2008, para US$ 4,7 bilhões até o início de 2013. O relatório prevê, apesar da
O grupo brasileiro, que atua na fabricação de produtos químicos e no desenvolvimento de projetos de reutilização de água, é uma das empresas que vai participar da feira Big 5 Show, em Dubai.
O estado nordestino vai promover um seminário, com palestras e encontros de negócios, entre os dias 17 e 19 deste mês. Na ocasião virão importadores de oito países, entre eles da Jordânia.
Hisham Ibrahim Ghroab, representante da loja Style Desing, fez cotações com diversas empresas brasileiras que estavam expondo na feira de alta decoração da Abimad, em São Paulo.
Os organizadores da Sweet Brazil aguardam compradores das Américas, África, Oriente Médio e Europa. O evento, que começa dia 10 de agosto, em Pernambuco, vai reunir as maiores fabricantes do país.
Uma empresa gaúcha e uma paulista, a WMR Brasil e a M.Moschini, vão se associar ao grupo AST, dos Emirados Árabes Unidos, para atuar em comércio exterior. Elas já trabalham em parceria.
Os países árabes estão na lista de mercados considerados potenciais e que serão prioritários para o Texbrasil, programa de incentivo à exportação da Abit com apoio da Apex.
A Recco, com fábrica em Maringá, no Paraná, está negociando com um importador egípcio. A empresa já exporta para o Líbano e Emirados Árabes, no mundo árabe.
Tarif Akhras e Najib Assaf têm vários pontos em comum: dirigem grandes grupos familiares, atuam em diferentes áreas e têm forte relacionamento comercial com companhias brasileiras.
O secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, falou ontem a empresários do estado sobre as oportunidades de negócios com o mundo árabe. Móveis, autopeças e agroindústria são setores promissores.
O país precisa atrair recursos para infraestrutura. O vice-primeiro-ministro, Abdullah Dardari, disse ao presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, que gostaria da presença de empresas brasileiras.
O presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, pediu à Federação das Câmaras de Comércio do país árabe a identificação rápida dos setores onde há mais demanda por produtos e investimentos.
A opinião é do embaixador brasileiro em Damasco, Edgard Casciano. Segundo ele, o país passa por processo ‘gradual, mas firme’ de abertura e modernização econômica com oportunidades de investimentos.

