Hisham Ibrahim Ghroab, representante da loja Style Desing, fez cotações com diversas empresas brasileiras que estavam expondo na feira de alta decoração da Abimad, em São Paulo.
Oportunidades de Negócios
Os organizadores da Sweet Brazil aguardam compradores das Américas, África, Oriente Médio e Europa. O evento, que começa dia 10 de agosto, em Pernambuco, vai reunir as maiores fabricantes do país.
Os países árabes estão na lista de mercados considerados potenciais e que serão prioritários para o Texbrasil, programa de incentivo à exportação da Abit com apoio da Apex.
Uma empresa gaúcha e uma paulista, a WMR Brasil e a M.Moschini, vão se associar ao grupo AST, dos Emirados Árabes Unidos, para atuar em comércio exterior. Elas já trabalham em parceria.
A Recco, com fábrica em Maringá, no Paraná, está negociando com um importador egípcio. A empresa já exporta para o Líbano e Emirados Árabes, no mundo árabe.
Tarif Akhras e Najib Assaf têm vários pontos em comum: dirigem grandes grupos familiares, atuam em diferentes áreas e têm forte relacionamento comercial com companhias brasileiras.
O secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, falou ontem a empresários do estado sobre as oportunidades de negócios com o mundo árabe. Móveis, autopeças e agroindústria são setores promissores.
O país precisa atrair recursos para infraestrutura. O vice-primeiro-ministro, Abdullah Dardari, disse ao presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, que gostaria da presença de empresas brasileiras.
O presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, pediu à Federação das Câmaras de Comércio do país árabe a identificação rápida dos setores onde há mais demanda por produtos e investimentos.
A opinião é do embaixador brasileiro em Damasco, Edgard Casciano. Segundo ele, o país passa por processo ‘gradual, mas firme’ de abertura e modernização econômica com oportunidades de investimentos.
Importadores do país árabe e de países vizinhos procuraram o estande da Câmara Árabe na Feira Internacional de Damasco para saber sobre importação de alimentos, vestuários e antenas de TV.
A Mazza, com fábrica no Paraná, já exporta para 23 países, entre eles Catar e Emirados Árabes. A meta para 2009 é aumentar de 5% para 10% a receita com as vendas externas.
Há dois anos o país árabe vem reformando suas leis para facilitar os investimentos estrangeiros. Segundo informações da Agência de Investimentos da Síria, há muitos projetos de longo prazo.
Mohammed Naji Otri participou ontem da cerimônia de abertura da Feira Internacional de Damasco, que conta com a participação de mais de 4,5 mil expositores de 48 países, inclusive do Brasil.

