Empresas brasileiras participaram de feira de cosméticos em Dubai e estimam exportações de US$ 4,5 milhões no futuro próximo. Duas delas vão utilizar o Centro de Negócios da Câmara Árabe e Apex.
Oportunidades de Negócios
A artesã Maria de Lourdes Amado vai apresentar aos árabes a arte com capim dourado, uma fibra natural típica de alguns estados brasileiros. Ela vai expor no 2º Festival Cultural Pan-Africano.
A Morana, franquia brasileira de bijuterias, já está presente nos Estados Unidos, Portugal, França e Colômbia. A meta é chegar a 150 lojas nesse ano e tornar a marca forte também no exterior.
Na próxima terça-feira será lançada a edição 2009 do Exporta CIN, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria, para fomentar as exportações, com ajuda das federações estaduais.
A agência fará uma série de workshops, no final deste mês, onde apresentará estudo sobre o mercado do Oriente Médio. A pesquisa é voltada para a área de moda e os encontros ocorrem em três cidades.
A estimativa é do banco HSBC para os próximos cinco anos. Ela leva em conta o crescimento populacional do país. A população, que era de 23,7 milhões em 2007, deve chegar a 26,5 milhões em 2014.
A feira de equipamentos médico-hospitalares, que terminou sexta-feira em São Paulo, recebeu 86 mil visitantes de 60 países. O volume de negócios fechados e encaminhados teve crescimento de 7%.
O arquiteto e designer italiano Luciano Devià, que mora há trinta anos no Brasil, quer exportar sua coleção de candelabros e espelhos para o emirado. Além disso, pode desenvolver projetos exclusivos.
Para promover o produto brasileiro nos supermercados de orgânicos dos Emirados Árabes, a empresa Novo Mel, que vai começar a embarcar para o país, planeja organizar finais de semana de degustação.
Dez empresas brasileiras participam da feira BeautyWorld Middle East, que começa hoje e segue até terça-feira nos Emirados Árabes. A maioria já exporta para o mercado árabe e quer aumentar as vendas.
O país é hoje um dos cinco maiores destinos de abertura de redes de varejo do mundo, segundo Mohamed Rizk, da agência egípcia de promoção de investimentos. Egípcios querem ampliar o ramo de alimentos.
As oportunidades de negócios nos países do Oriente Médio e Norte da África foram apresentadas pelo secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, durante a feira internacional Expofruit, em Mossoró.
A maioria das empresas que participou da mostra no país árabe, que terminou ontem, fechou ou encaminhou exportações. Entre elas estão a Alliance, a Promodenta, a Madêmer e a Biagio.
A meta faz parte de um plano de desenvolvimento do país. Até o ano passado, o total investido em projetos industriais chegou a US$ 21 bilhões. A exportação de manufaturados deverá chegar a US$ 13 bi.

