O dado faz parte de uma pesquisa da Bain & Company e é uma previsão para os quatro primeiros meses do ano. No Oriente Médio, porém, as vendas do segmento vão crescer 2%.
Oportunidades de Negócios
Para diversificar mercados, a fabricante de acessórios para escritórios Acrimet aposta nas vendas aos países árabes. Em março, a empresa participou de uma feira em Dubai e aguarda os resultados.
A fábrica de cereais matinais já exporta para cinco países árabes e pretende fortalecer a marca na região. A meta da empresa é aumentar de 1% para 5% a participação das exportações em sua receita.
A próxima feira de supermercados do Brasil, que vai ocorrer em maio, terá expositores e importadores árabes. A participação é organizada pela Câmara Árabe e a Apex, que terão estandes na mostra.
A Marchesan, fabrica de implementos agrícolas, participou de missão ao Norte da África e pretende expor em feiras na Síria e na Argélia. Cerca de 20% de suas exportações vão para o mundo árabe.
A pequena fabricante de biquínis Chocollate Brazil já exporta para o Havaí e está negociando com importadores da Europa e Jamaica. Conquistar mercados como Dubai também está nos planos da marca.
A Arteplas produz fios e cordas de poliéster a partir de garrafas PET. A matéria-prima é fornecida por catadores de material reciclável. Ela quer ampliar as vendas ao exterior e buscar novos mercados.
A Condor fabrica armas não-letais, como granadas lacrimogêneas e projéteis de borracha, e já exporta para Argélia, Jordânia, Egito e Marrocos. Agora busca novos clientes no mundo árabe.
A participação da Câmara Árabe na Feira Internacional de Trípoli rendeu 90 contatos com empresários interessados em negociar com companhias do Brasil, principalmente de alimentos e construção.
A indústria Novo Mel, de São Paulo, está negociando com importadores da Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, Jordânia, Kuwait, Marrocos e Sudão.
Eles procuram por empresas brasileiras dispostas a investir na construção de portos e no desenvolvimento de projetos em construção civil. Os contatos foram feitos na Feira Internacional de Trípoli.
Empresas brasileiras que querem fazer negócios no país devem se apressar para não perder espaço para companhias de outras nacionalidades, segundo o presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin.
O analista de mercado da África e Oriente Médio na agência avalia o potencial da Feira Internacional de Trípoli e a possibilidade realizar ações de promoção dos produtos brasileiros no país.
O estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira montado na Feira Internacional de Trípoli já recebeu cerca de 60 contatos de importadores interessados nos produtos brasileiros.

