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Empresa do ramo de decoração e vidraçaria procura interessados em representar seus produtos em países do Oriente Médio. A oportunidade de negócios pode surgir em breve, já que entre os principais itens da pauta de importações de países árabes como Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos estão o vidro e seus artefatos.

De acordo com reportagem publicada na versão on-line da conceituada revista britânica, após a suspensão da maioria das sanções econômicas impostas nas últimas duas décadas ao país árabe, companhias internacionais esperam lucrar na terra do coronel Muammar Kadafi, que recentemente foi recebido pelo presidente da Comissão Européia, Romano Prodi, e visitado pelo primeiro-ministro inglês, Tony Blair. O líder líbio quer atrair investimentos privados para vários setores da economia.

A África dobrou as exportações para o Brasil em abril, impulsionada principalmente pela venda de petróleo de países como a Nigéria e a Argélia. O país árabe passou de US$ 171 milhões embarcados no primeiro trimestre de 2003 para US$ 417,9 milhões no mesmo período deste ano – um aumento de 144%.

Egito, Marrocos e Argélia foram os principais responsáveis pelo aumento de 60,4% das exportações brasileiras para a África nos primeiros quatro meses do ano. Para os países do Oriente Médio o aumento foi de 14%, enquanto que para os Estados Unidos, por exemplo, houve uma queda nas vendas de produtos nacionais de 3,3% no período.

Em discurso, na sexta-feira, o presidente citou o aumento de mais de 56% nas exportações para a região como exemplo do sucesso de sua política externa e assumiu o compromisso de aproximar ainda mais o Brasil dos demais países em desenvolvimento. Para o presidente da Câmara Árabe-Brasileira, Paulo Sérgio Atallah, o governo está no caminho certo e Lula demonstra comprometimento com a questão.