Em reunião virtual nesta quinta-feira (26), os líderes das maiores economias do mundo prometeram injetar US$ 5 trilhões para combate aos efeitos do coronavírus e a trabalhar para que as cadeias globais de suprimento sigam funcionando.
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Impacto da crise gerada pela pandemia deverá fazer com que a economia brasileira fique estável em 2020, mas agronegócio vai avançar 2,9%, segundo estimativas do Banco Central.
Índice do Banco Central mostra avanço na economia no primeiro mês deste ano sobre dezembro.
As compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países apresentou déficit em fevereiro.
Grupo é dono de shopping centers e criou fundo de 100 milhões de dirhams para ajudar os varejistas dos seus empreendimentos nos Emirados.
A Autoridade Reguladora de Telecomunicações do país lançou lista com estabelecimentos que oferecem aplicativos para compras pela internet.
Importações caíram 12,6% em fevereiro e 5,8% no primeiro bimestre.
Levantamento encomendado pela associação aponta que Brasil não corre risco de ter desabastecimento de carne bovina. Volume produzido é 35,5% superior à carne consumida no País.
Com a Arábia Saudita na presidência do grupo, as maiores economias do mundo anunciaram que vão monitorar de perto o impacto da epidemia nos mercados.
Serviço de certificação da entidade seguirá funcionando normalmente, mas de forma remota.
Empresa decidiu implementar a suspensão temporária da maioria das operações de passageiros a partir de 25 de março.
Em meio à crise do coronavírus, Ministério da Agricultura informou que atividades como vigilância agropecuária internacional e certificações sanitárias foram definidas como essenciais por decreto.
Em função do coronavírus, Câmara Árabe decidiu cancelar realização da viagem empresarial prevista para junho.
Categoria de produtos foi a única que teve aumento nas exportações do Brasil para o mercado árabe no primeiro bimestre. Cresceram as vendas de itens como ferro-nióbio, ouro e óleo de milho.

