Empresa brasileira de alimentos estuda como participar da produção local do país árabe, que já industrializa 60% do frango que consome. Sauditas restringiram compra de 10 mil toneladas do produto processado pela BRF nos Emirados.
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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 1,4% em agosto sobre julho.
Banco Mundial projeta crescimento de 0,6% para Oriente Médio e Norte da África neste ano, abaixo dos 1,4% estimados em abril. Queda na produção de petróleo e tensão geopolítica estão entre as causas.
O presidente da Abraciclo, associação da indústria, Marcos Fermanian, disse que a oferta de crédito é o principal motivo para o aumento.
Brasil embarcou 1,3 milhão de sacas para a região de janeiro a setembro, um aumento de 26% sobre o mesmo período do ano passado.
Empresa de pulses participou da feira da Alemanha no espaço organizado pela Câmara Árabe e conseguiu novos clientes do mercado árabe. Resultados da mostra foram positivos.
IPCA, índice oficial de inflação, mostrou queda de preços de 0,04% no mês passado.
País árabe precisa de 100 mil toneladas de trigo macio e recebe propostas de interessados em trocar por trigo duro.
Em seminário na Câmara Árabe, autoridades sauditas apresentaram o mercado do país para empresas brasileiras e destacaram os incentivos para a instalação de indústrias.
Previsão é de que país colha 4 milhões de toneladas de arroz branco este ano, volume 48% maior que em 2018 e acima da demanda doméstica.
Câmara Árabe está com estande na maior feira de alimentos do mundo, em Colônia, na Alemanha. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, visitou o espaço.
Houve recuo de 7,1% nos embarques sobre igual mês de 2018 e de 0,2% em relação a agosto, segundo a Anfavea.
Economia do país árabe avançou 0,84% no segundo trimestre deste ano, apesar de queda no segmento de petróleo.
Evento na Câmara Árabe vai explorar um setor que cresce 5% ao ano e é considerado estratégico pelo governo do país árabe, com investimentos previstos em US$ 71 bilhões até 2020.

