Transporte de contêineres no Khalifa Port cresceu 32%. Tráfego de veículos avançou 27%. Houve também aumento na movimentação de cargas gerais, graneis e passageiros.
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Entrada de dólares no Brasil superou a saída em quase US$ 9,5 bilhões no ano passado. Desempenho foi influenciado pelo superávit comercial.
Jordanianos que moram no exterior enviaram quase US$ 3,5 bilhões ao país de janeiro a outubro de 2015, de acordo com o banco central.
Segundo o Operador Nacional do Sistema, queda foi de 1,8% em comparação com 2014.
Vendas ao exterior foram recordes em 2015 ao atingir 4,3 milhões de toneladas. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal, o Brasil concentra 37% das exportações mundiais.
Hamad Buamim, presidente da Dubai Chamber, foi nomeado vice-presidente da Federação Mundial das Câmaras de Comércio.
Moeda norte-americana encerra o primeiro dia de negócios do ano cotada a R$ 4,033, a maior alta desde 29 de setembro. Bolsa de valores fecha em queda.
Superávit em 2015 foi de US$ 19,681 bilhões, o maior desde 2011. No entanto, tanto as exportações como as importações foram menores do que em 2014. Oriente Médio foi o mercado que menos recuou.
Filippo Grandi assume o comando da agência da ONU para refugiados. Anteriormente, italiano liderou órgão de assistência a palestinos.
Embora os principais exportadores da commodity tenham amplas reservas financeiras, receita menor com o produto vai afetar o orçamento deste ano. Norte da África precisa superar conflitos.
A jornalista Talita Ribeiro visitou campos de refugiados na Jordânia, no Iraque e na Turquia e recorre ao financiamento coletivo para publicar um livro e arrecadar dinheiro para grupos que ajudam as vítimas do conflito.
País prepara propostas de acordos comerciais com cinco parceiros estrangeiros. Em 2014, governo federal gastou R$ 62 milhões em compras de bens e serviços.
É o que constatou mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo para medir valor de tributos pagos no País no ano.
Estimativa é do National Commercial Bank, que prevê expansão de 2,3% do PIB saudita em 2016, a menor em sete anos.

