Vendas à região avançaram pela primeira vez no ano e renderam mais de US$ 1 bilhão. Desempenho foi influenciado pelo açúcar, minério de ferro e produtos químicos.
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A proprietária da Ma Sweet Cases, Mirela Goi, embarca para os Emirados em busca de novos clientes neste mês. Ela já exportou para cerca de 15 países, quatro deles do Oriente Médio.
Exortações das indústrias brasileiras do setor avançaram 3,5% em junho sobre igual mês do ano passado, depois de três quedas. Mas no semestre há recuo de 2,6%.
Titular da pasta de Negócios Estrangeiros e Emigrantes do Líbano, Gebran Bassil participou de almoço promovido pela Câmara Árabe. Ele destacou que seu país tem muita esperança em sua diáspora.
Vendas devem alcançar R$ 16,3 bilhões neste ano de Copa do Mundo, com avanço de 8% sobre 2013.
A Legaspi vende bolsas trabalhadas à mão para uma loja em Trípoli. Atualmente, 20% de sua produção vai para o mercado externo, mas indústria quer chegar a 40% entrando em novos mercados, como os Emirados.
Ao chanceler do Líbano, Gebran Bassil, que está no País, Itamaraty anunciou que emitirá vistos de múltiplas entradas para cidadãos da nação árabe. Ministro libanês pediu ajuda do Brasil nos conflitos do Oriente Médio.
Mas houve avanço nos outros sete locais do Brasil pesquisados.
Agência de classificação de risco anunciou que manteve a nota de grau de investimento do País em BBB, com perspectiva estável. Isso significa que não deve haver mudanças no curto prazo.
A brasileira Apis Vida está obtendo o certificado halal e tem interesse em vender para países como Arábia Saudita, Marrocos, Líbia e Emirados Árabes Unidos.
Brasil embarcou 734.606 sacas à região no primeiro semestre. Receita, no entanto, recuou 10% no mesmo período e ficou em US$ 97 milhões.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em relação a maio, quando estava em 0,46%.
A fragata brasileira Liberal, que faz parte da missão das Nações Unidas no país árabe, será substituída pela fragata Constituição. Ela entrará em operação em agosto.
Site lançado pelo governo federal deve fazer cair em R$ 50 bilhões despesas de empresas com exportação e importação no médio prazo, segundo previsão do Ministério do Desenvolvimento.

