São Paulo – Parcialmente em funcionamento há alguns anos, mas oficialmente aberto em novembro em 2025, o Grande Museu Egípcio (GEM, na sigla em inglês) revela ao seu visitante estátuas gigantes, artefatos que contam a história da civilização e achados arqueológicos que narram sete milênios de história. Um dos maiores museus arqueológicos do mundo, o GEM em si também é uma obra de arte e de história.
O design externo do prédio lembra uma embarcação e suas estruturas fazem referência a pirâmides. O GEM, afinal, está a cerca de um quilômetro de distância da grande pirâmide de Quéops.
Seu acervo guarda, entre outros, uma estátua de 11 metros de altura do faraó Ramsés II, terceiro faraó da 19ª dinastia, morto em 1.213 a.c. Ali também está a coleção da tumba do faraó Tutancâmon (1.341 a.c. – 1.323 a.c.). São cerca de 500 mil metros quadrados de história e cultura, que deverão receber oito milhões de turistas por ano.
Contar a história por meio de histórias é um dos destaques deste museu. Por isso, desde o final de 2025 ele se dedica a recuperar ao vivo aos olhos dos espectadores um achado de 4.600 anos: uma barca solar do Rei Queóps. Com cerca de 42 metros, será restaurada pelos próximos quatro anos. Ela não é a única em exposição. O museu abriga outra barca solar do mesmo rei, porém com design e métodos construtivos diferentes, o que mostra as diferenças nas técnicas de produção e uso de materiais empregados na civilização dos faraós.
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