Arábia Saudita

No ano passado, economia saudita foi alavancada por consumo privado e investimentos no setor não petrolífero. Segundo FMI, país avança nos esforços de diversificação. PIB obtido fora da atividade de petróleo deve crescer 3,5% em 2024.

Rede brasileira de centros de tratamento de câncer anunciou parceria com subsidiária do grupo saudita Al Faisaliah Group para implementar unidade de oncologia em Riad. Receita bruta estimada para o negócio no quinto ano de operação é de US$ 550 milhões.

Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás são grandes produtores e exportadores de alimentos halal. Em evento com compradores de países islâmicos, representantes estaduais e de entidades de classe afirmam que pretendem ampliar trocas com muçulmanos e citam realização de missão empresarial.

Empresas brasileiras exportadoras podem se candidatar a participar de semana de promoção de alimentos e bebidas nas lojas da rede LuLu Hypermarket em novembro na Arábia Saudita. Inscrições podem ser realizadas até 18 de agosto.

Ministro da Indústria e Recursos Minerais da Arábia Saudita, Bandar Ibrahim Alkhorayef, teve reunião com o vice-presidente de Relações Internacionais da Câmara Árabe, Mohamad Mourad, em Brasília, nesta quinta-feira (25), e contará com a instituição para identificar outros setores sauditas que possam gerar interesse dos brasileiros.

Em encontro com o chanceler brasileiro no Rio, onde ocorrem reuniões do G20, o ministro da Economia de Planejamento da Arábia Saudita, Faisal Alibrahim, disse que seu país terá pleno engajamento na Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que o presidente Lula lançará nesta quarta-feira (24).