A Villagres, com fábrica no interior de São Paulo, já exporta aos Emirados Árabes Unidos. Agora, busca clientes na Arábia Saudita.
Arábia Saudita
Equipe da Oficina dos Menestréis, da capital paulista, deu capacitação em teatro para professores sauditas que trabalham com jovens com deficiência.
Neste episódio, o ANBA Cast conta o que está em alta no setor de bebidas dos países árabes. Com notícias e pesquisas, saiba o que essas nações mais compram e como as empresas têm inovado por lá.
País árabe já recebeu do exterior no primeiro semestre deste ano 57% de todo o volume importado em 2021. Japão, Estados Unidos e Coréia do Sul são principais fornecedores.
Com a iniciativa, organização quer analisar a cultura árabe contemporânea no Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia. Lançamento foi realizado nesta segunda-feira (22) na sede da Câmara Árabe, na capital paulista.
Inscrições estão abertas para empresas brasileiras de alimentos e bebidas interessadas em participar de promoção comercial virtual da ApexBrasil. Programa incluirá reuniões com importadores de seis países, entre eles dois árabes.
Ganhos da empresa saudita somaram US$ 48,4 bilhões, ante previsões de US$ 46,2 bilhões.
No ano passado, os meios digitais ultrapassaram pela primeira vez o uso do dinheiro para pagamentos entre os sauditas.
Programa vai apoiar duas mil empresas turísticas de pequeno porte no país com US$ 133 milhões. Objetivo é fortalecer setor.
O Gamers8 teve início em 14 de julho e vai até o início de setembro, na capital saudita. Rodrigo Terra fará uma palestra no dia 08 de agosto.
Setor ainda é intocado na região árabe, diz a empresária Maria Eduarda Becker, que já tem uma marca de cafés especiais em Dubai. Leite vegetal tem potencial para movimentar US$ 123 bilhões até 2029, segundo pesquisa.
Para trazer ideias e inovação aos ouvintes, este episódio do ANBA Cast selecionou startups de diferentes países árabes e setores.
Peregrinação a Meca contará com 1 milhão de fiéis este ano. Eles ficam hospedados em tendas em Mina.
Projetos aumentariam a capacidade solar e eólica nos países árabes do Oriente Médio e Norte da África de 12,1 GW para 73 GW até 2030. Omã, Marrocos, Argélia e Kuwait estão entre os estados com planos mais ambiciosos.

