Brasil recebeu 3,16 milhões de toneladas de adubos vindas do exterior em janeiro, segundo dados de associação do setor. Números ainda não refletem guerra no Oriente Médio.
fertilizantes
Brasil importa 85% do insumo para adubar a lavoura e pode sofrer com desabastecimento, afirma pesquisador em evento na Câmara Árabe.
Empresa especializada em hidrossemeadura quer expandir modelo de negócios. Em abril, participará de feira no Bahrein.
Mercado brasileiro comprou menos adubos no exterior em novembro do ano passado. No acumulado de janeiro a novembro, porém, entregas do insumo estrangeiro estão em alta.
Entre janeiro e outubro deste ano, compras do insumo para agricultura cresceram 30%. Exportações ao país árabe estão em queda.
Missão de promoção comercial e de investimentos do Ministério da Agricultura e Pecuária realiza encontros nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Singapura.
Lavoura brasileira chega a ter três colheitas por ano em uma mesma área, o que aumenta a necessidade de fertilizantes. País deverá continuar dependente de importações nos próximos anos.
Vice-presidente da Invest RS, agência criada em 2024 para promover acordos, investimentos e competitividade se reúne com a Câmara Árabe e apresenta potencial de negócios em 12 setores prioritários da economia.
Ao lado dos Emirados Árabes Unidos, país do Golfo ficou entre os dez maiores destinos de produtos da agricultura e pecuária em julho.
Foram descarregados nos portos nacionais em maio 3,66 milhões de toneladas de adubos do exterior. Brasil também teve alta na produção interna, mas ela ainda é pouco representativa diante do consumo local.
Maior demanda na Índia fez preços internacionais do fertilizante subirem. Produto está na pauta de exportação dos países árabes ao Brasil.
Entre janeiro e abril deste ano, foram comprados US$ 54,6 milhões em adubos do país do Norte da África, em expansão de 44,2% sobre o mesmo período do ano passado.
Importações de adubos cresceram 19% em fevereiro e produção nacional também avançou. Associação do setor informa que há demanda maior pelo produto.
Embaixador do país árabe, Maen Masadeh, terá encontros com empresas e associações de classes dos setores de saúde, softwares, fertilizantes, têxteis, viagens e com o governo estadual.

