Nova categoria é para armazéns e câmaras frias nacionais, que deverão possuir a certificação halal. Exigência vale para países do Golfo, como Arábia Saudita e Emirados.
frango
A Tanmiah Food Group processa carne e frango nos Emirados e na Arábia Saudita. Ela já importa a proteína do Brasil, mas pretende aumentar as aquisições e busca parceiros para processar produtos com marca própria em suas fábricas nos dois países árabes.
A companhia brasileira poderá exportar até cinco mil toneladas de alimentos ao mês para o país.
As vendas externas de carne de frango in natura e processada do Brasil aumentaram em fevereiro. Avanço dos embarques para a Líbia foi um dos destaques.
Duas unidades da empresa tiveram suspensa temporariamente, pela autoridade sanitária da Arábia Saudita, a autorização para vender ao país, mas a empresa informou que redirecionará os volumes para outras plantas.
A SFDA, autoridade sanitária saudita, anunciou a suspensão temporária da autorização para exportar ao seu mercado de unidades de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão no dia 10 de fevereiro. Plantas somam 20% do frango brasileiro enviado aos sauditas.
Fazenda saudita registrou caso de H5N8 que foi divulgado esta semana. Segundo a ABPA, fato não deve interferir em exportações brasileiras, mas país pode apoiar se necessário.
Exportações brasileiras do produto cresceram 15% no total. Entre os árabes, no entanto, o recuo nos envios foi de 3,5% frente a janeiro de 2019.
Exportações brasileiras aumentaram 6,4% em receita e 2,8% em volume no ano passado. A Arábia Saudita perdeu para o país asiático o primeiro lugar entre os destinos do produto.
País árabe foi por oito anos o maior comprador de frango brasileiro. Em 2019, a China assumiu a primeira posição. Como bloco, os países árabes seguem à frente.
Companhia brasileira produtora de marcas famosas de carne de frango como Sadia e Perdigão assinou memorando com autoridades sauditas para construir planta no país.
Empresa brasileira de alimentos estuda como participar da produção local do país árabe, que já industrializa 60% do frango que consome. Sauditas restringiram compra de 10 mil toneladas do produto processado pela BRF nos Emirados.
Os embarques de frango brasileiro caíram 28% para os sauditas e 8% para os Emirados Árabes Unidos em setembro. Vendas ao Egito e ao Bahrein, porém, tiveram forte alta.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, negociou com autoridades sauditas a realização de inspeções para possível reabilitação de unidades que tiveram exportações para o país suspensas em janeiro. Ela acertou também detalhes finais para reabertura do mercado de carne bovina no Kuwait.

