Norton Rapesta, embaixador do Brasil no Kuwait, afirmou à ANBA que os produtos brasileiros continuam chegando no país árabe.
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Embarques do Brasil aumentaram em volume, mas tiveram queda na receita no período.
Apesar do coronavírus, companhia brasileira produtora de carne de frango informou que até o momento suas exportações seguem sem ruptura. A empresa de carne bovina Marfrig afirma que opera suas unidades na normalidade. Minerva, que tem food service como um dos focos, deu férias coletivas em algumas plantas.
Nova categoria é para armazéns e câmaras frias nacionais, que deverão possuir a certificação halal. Exigência vale para países do Golfo, como Arábia Saudita e Emirados.
A Tanmiah Food Group processa carne e frango nos Emirados e na Arábia Saudita. Ela já importa a proteína do Brasil, mas pretende aumentar as aquisições e busca parceiros para processar produtos com marca própria em suas fábricas nos dois países árabes.
A companhia brasileira poderá exportar até cinco mil toneladas de alimentos ao mês para o país.
As vendas externas de carne de frango in natura e processada do Brasil aumentaram em fevereiro. Avanço dos embarques para a Líbia foi um dos destaques.
Duas unidades da empresa tiveram suspensa temporariamente, pela autoridade sanitária da Arábia Saudita, a autorização para vender ao país, mas a empresa informou que redirecionará os volumes para outras plantas.
A SFDA, autoridade sanitária saudita, anunciou a suspensão temporária da autorização para exportar ao seu mercado de unidades de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão no dia 10 de fevereiro. Plantas somam 20% do frango brasileiro enviado aos sauditas.
Fazenda saudita registrou caso de H5N8 que foi divulgado esta semana. Segundo a ABPA, fato não deve interferir em exportações brasileiras, mas país pode apoiar se necessário.
Exportações brasileiras do produto cresceram 15% no total. Entre os árabes, no entanto, o recuo nos envios foi de 3,5% frente a janeiro de 2019.
Exportações brasileiras aumentaram 6,4% em receita e 2,8% em volume no ano passado. A Arábia Saudita perdeu para o país asiático o primeiro lugar entre os destinos do produto.
País árabe foi por oito anos o maior comprador de frango brasileiro. Em 2019, a China assumiu a primeira posição. Como bloco, os países árabes seguem à frente.
Companhia brasileira produtora de marcas famosas de carne de frango como Sadia e Perdigão assinou memorando com autoridades sauditas para construir planta no país.

