Do total de 15 locais pesquisados pelo IBGE, dez tiveram recuo na produção da indústria em junho.
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Ministério da Economia ampliou a lista de máquinas e equipamentos isentos do tributo para torná-los mais acessíveis às empresas.
Receitas somaram R$ 6,75 bilhões, um recuo de 12% em relação ao mesmo mês de 2018. Exportações estão também em queda.
Reuniões de negócios entre fornecedores e representantes do comércio ocorrerão na sede da entidade no dia 07 de agosto. Evento é da SP Negócios e da Abiesv. Inscrições estão abertas.
Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
País produziu 17,2 milhões de toneladas de aço bruto no primeiro semestre, um recuo de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Exportações diminuíram 2,4%.
Índice de Confiança do Empresário Industrial aumentou 0,5 ponto percentual em julho e chegou a 57,4 pontos. Avaliação sobre o estado atual da economia, porém, ainda é pessimista.
A maioria dos 15 estados e regiões do Brasil pesquisados pelo IBGE apresentou queda na produção industrial em maio sobre abril.
Foram fabricadas 233 mil unidades no mês. No acumulado do primeiro semestre, porém, foi registrado um crescimento de 2,8%.
Foram comercializadas quase 2 milhões de unidades no primeiro semestre entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas.
Faturamento do setor de bens de capital somou R$ 7,2 bilhões no mês. Exportações avançaram 43%.
Unidade de montadora francesa tem capacidade inicial para produzir 100 mil veículos por ano, número que vai subir para 200 mil até 2023.
Indicador da área recuou 1% sobre os últimos três meses de 2018, segundo CNI.
Dos 15 locais pesquisados pelo IBGE, em dez houve aumento na produção da indústria em abril sobre março.

