IBGE pesquisou 15 locais no Brasil e na maioria a indústria registrou avanço em agosto sobre julho.
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Em agosto sobre julho houve recuo na produção da indústria, mas sobre o mesmo mês de 2017 foi registrado crescimento de 2%.
Houve aumento no segundo trimestre deste ano sobre o primeiro, o maior desde o quarto trimestre de 2015.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas caiu 3,1 ponto no terceiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores.
Recuo ocorreu sobre junho no Brasil, após alta de 12,9%.
Variação foi registrada frente ao período de janeiro a março deste ano. Sobre o segundo trimestre de 2017, avanço foi de 1%.
Vendas externas somaram US$ 703 milhões, um recuo de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Indicador aponta que indústrias brasileiras usaram 68% da sua capacidade em julho contra 66% em junho.
País tinha 15,8 mil empresas que vendiam ao exterior em 1998. Total chegou a 25,4 mil companhias em 2017.
Prévia mostra que Índice de Confiança teve queda de 0,8 ponto em agosto sobre julho.
Desempenho melhorou em junho sobre maio, mas é atribuído, em parte, ao fim do represamento de embarques causado pela greve dos caminhoneiros.
Indústrias brasileiras de bens de capital mecânicos embarcaram o equivalente a US$ 4,76 bilhões de janeiro a junho.
País fabricou 17,2 milhões de toneladas no primeiro semestre. Exportações caíram em volume, mas receitas aumentaram.
Brasil exportou mais de 41 mil unidades no primeiro semestre. Em junho, porém, vendas externas recuaram em função da desvalorização cambial na Argentina.

