Secretário-geral da União das Câmaras Árabes, Khaled Hanafy, disse à ANBA que propôs mudança do modelo de negócios entre o País e a região a autoridades e empresários brasileiros.
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O presidente da entidade, Rubens Hannun, e o secretário-geral da União das Câmaras Árabes, Khaled Hanafy, se reuniram em Brasília com o presidente em exercício Hamilton Mourão e com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.
Unidades industriais representam 30% das exportações ao país árabe. Foram alegados motivos técnicos para a decisão, que pode ser revertida.
Lista inclui permissões para exportar gado vivo, mel e derivados, e material genético bovino e avícola para a Arábia Saudita.
Blairo Maggi fez um balanço de sua gestão e disse que recomendou à futura titular da pasta, Tereza Cristina, que viaje a países da região logo no início do novo governo. Ele acrescentou que o agronegócio brasileiro deve bater novo recorde de exportações em 2018, com US$ 100 bilhões.
Empresas brasileiras como a Florestal Alimentos e o grupo BrazilBarn encerraram a participação na feira em Abu Dhabi com vendas realizadas. A mostra foi oportunidade também para travar novos contatos.
Arábia Saudita autorizou importações de material genético animal brasileiro pela primeira vez. Diretor da Câmara Árabe estima crescimento de 30% nas exportações de genética bovina para os árabes em 2019.
Ministério da Agricultura informou que o país árabe aprovou modelo de Certificado Sanitário Internacional para exportação de produtos apícolas do Brasil. Vendas podem chegar a US$ 4,43 milhões ao ano.
Ministro da Agricultura irá liderar delegação na Agriscape com o objetivo de atrair recursos estrangeiros para projetos no Brasil.
Sistema desenvolvido pela Câmara Árabe está pronto para ser implementado. Projeto piloto foi tema de reunião no Cairo.
Missão começa nesta sexta-feira e vai até 08 de setembro, passando também pela Turquia. Participam representantes de 25 empresas e entidades brasileiras do agronegócio.
Certificação foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no Global Agribusiness Forum, em São Paulo. Ele acrescentou que a produção brasileira de grãos irá crescer 30% em dez anos.
Secretário executivo da pasta, Eumar Novacki, viaja aos dois países árabes em setembro. O objetivo é buscar espaço para produtos brasileiros do agronegócio.
Ao todo, nove empresas serão afetadas pela decisão. Doze unidades são da BRF. Ministro Blairo Maggi promete recorrer da medida na OMC.

