Em julho, Brasil importou 42,7% mais do que no mesmo mês do ano passado, enquanto exportações aumentaram 16,4%. Saldo comercial recuou 32,7%.
Câmara Árabe promoveu workshop em que mostrou oportunidades para empresas brasileiras do ramo no Oriente Médio e Norte da África. Economias em crescimento e em diversificação são atrativos.
Desempenho melhorou em junho sobre maio, mas é atribuído, em parte, ao fim do represamento de embarques causado pela greve dos caminhoneiros.
A empresa brasileira produtora de ovos é a 12ª no ranking mundial, e exporta para quatro países há doze anos, incluindo os Emirados Árabes Unidos, que compram 75% do total vendido ao exterior.
Apesar de ter se valorizado nos últimos dois dias, moeda norte-americana acumulou baixa no mês.
Indústrias brasileiras de bens de capital mecânicos embarcaram o equivalente a US$ 4,76 bilhões de janeiro a junho.
Passaram pelos hotéis do emirado mais de 2,41 milhões de visitantes de janeiro a junho. Expectativa é bater recorde pelo segundo ano consecutivo.
Fabricante brasileira de aeronaves teve prejuízo líquido de R$ 467 milhões no segundo trimestre deste ano.
Bolsa de valores do emirado oferecerá os papéis de grandes companhias sauditas no mercado futuro a partir de setembro.
Acordo entre o governo do país e a holding Masdar prevê o desenvolvimento de iniciativas sustentáveis na produção de alimentos.
Moeda norte-americana encerrou esta segunda-feira cotada a R$ 3,73 para venda.
Média foi registrada na segunda quinzena de julho pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.
Obras deverão ser concluídas até o início de 2019. Novas instalações terão capacidade para 10 milhões de passageiros por ano, contra 6 milhões das atuais.
Emirado de Sharjah é convidado de honra da Bienal do Livro de São Paulo e vai apresentar dezenas de obras traduzidas do árabe para o português no evento. Também haverá programação cultural e conversas com autores da região.

