No primeiro dia do Fórum de Negócios Globais da América Latina, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria de Dubai, autoridades e empresários destacaram oportunidades de negócio entre as regiões.
Emirates Global Aluminium pretende fazer uma oferta pública inicial em 2018, segundo executivo da empresa. A companhia exporta para mais de 60 países, inclusive para Américas.
Al Ahram espera aumentar os negócios com o Brasil para US$ 100 milhões este ano. Acordo de Livre Comércio entre Egito e Mercosul incentivou empresa a investir mais no País.
Saldo negativo registrado em janeiro foi de US$ 4,31 bilhões, segundo o Banco Central.
Aloysio Nunes desembarca na região nesta terça-feira e vai visitar quatro países, sendo três árabes: Palestina, Jordânia e Líbano.
A Compassiva, em parceria com a ONU, trabalha no projeto de revalidação de diplomas desde 2015. Até hoje foram atendidos 160 casos, com 18 diplomas entregues, e 48 processos estão em andamento.
O consumo de brasileiros em outros países alcançou US$ 2 bilhões no mês passado, segundo dados do Banco Central. Foi o maior resultado desde janeiro de 2015.
Câmara Árabe trabalhará em conjunto com a Zona Franca do Aeroporto de Dubai para incrementar o número de companhias do Brasil. Atualmente apenas uma, do setor de cosméticos, está instalada lá.
Empresas expositoras conseguiram contatos e houve inclusive negócio fechado. Atrações culturais ganharam a simpatia do público árabe.
Amro Saad mora em Brasília e lançou no Egito neste mês o seu segundo livro de poesias. Os versos, escritos em árabe, tiveram inspiração nas ‘janelas’ pelas quais o autor viu e vê o mundo, no Brasil e em seu país de origem.
Enquanto as atrações artísticas e esportivas divertem os visitantes, empresários divulgam produtos brasileiros no Yas Mall, em Abu Dhabi. Evento vai até domingo.
Professora da Universidade Federal do Maranhão, Liliane Correa está em Assuã e vai visitar locais pelos quais o imperador brasileiro passou em suas viagens ao país árabe na década de 1870. Ela deu palestra na cidade.
Essa foi a segunda menor taxa do IPCA-15 para meses de fevereiro desde a implantação do Plano Real em 1994, ficando acima apenas da taxa de fevereiro de 2000.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas recuou 1,4 ponto em fevereiro sobre janeiro, para 87,4 pontos. Em relação a igual mês de 2017 houve alta.

