Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio mostra que o índice avançou 2,6% de novembro para dezembro em função das festas de final de ano.
Vendas do Brasil à região somaram US$ 935 milhões no mês passado. Destaque para os embarques de açúcar, minério de ferro, automóveis, tubos de ferro e aço, e carne fresca.
Agência da ONU estima avanço econômico de 1,3% no próximo ano, após dois anos de quedas.
Região comprou 127,9 mil metros quadrados do produto nos onze primeiros meses deste ano, com recuo de 19,6%. Tunísia foi maior consumidor, mas Líbano, Marrocos e Egito também fizeram pedidos.
Aumento ocorreu em novembro sobre outubro. Em relação ao mesmo mês de 2015 houve queda de 33,4% na comercialização, segundo Abeifa.
Os calçados da marca paulistana Cervera são vendidos para uma loja em Riad há quatro anos. Agora, empresa faz pesquisa de mercado para buscar por outros mercados árabes.
Setor registrou queda sobre o mês de setembro, segundo pesquisa do IBGE. Foi a terceira redução consecutiva no indicador.
A Cerâmica Stéfani fez embarques dos primeiros contêineres para Emirados e Arábia Saudita este ano e espera por novos pedidos. Indústria também está de olho nos mercados do Norte da África.
Recuo ocorreu no mercado brasileiro no período de janeiro a novembro sobre mesmos meses de 2015.
Compras de fertilizantes pelo Brasil no mercado internacional somaram 22,3 milhões de toneladas de janeiro a novembro. Fornecimento de países árabes subiu mais, 32,2%.
Entre os países árabes, mercado egípcio possui o maior potencial de crescimento em 2017, segundo a ABPA. Em 2016 embarques para o país africano cresceram 45,8%.
Medidas pretendem facilitar, ampliar e agilizar o acesso ao crédito pelas micro, pequenas e médias empresas.
Confederação Nacional da Indústria estima expansão da economia de 0,5% em 2017. Para o setor industrial, projeção é de avanço de 1,3%.
Vendas aos dois países árabes recuaram no acumulado deste ano até novembro, mas exportações gerais do setor cresceram 3,6%, segundo números da Abicalçados.

