Dado é do FMI. Instituição diz que o país tem se beneficiado da estabilidade macroeconômica. Previsão para 2015 é de um avanço de 5,5%.
Penetração de linhas é superior a 110%, ou seja, mais de uma por habitante. Serviços pré-pagos dominam o mercado.
Ganhos líquidos do banco federal chegaram a US$ 7,1 bilhões no ano passado.
Primeira estimativa do instituto calcula que colheitas de cereais, leguminosas e oleaginosas irá atingir 201,3 milhões de toneladas neste ano.
A venda de alimentos nacionais que ainda não têm presença forte nos Emirados é chave para crescimento das exportações ao país árabe. Avaliação é de Paulo Vasconcelos, embaixador do Brasil em Abu Dhabi.
Brasileira Amaçaí fecha negócios na Gulfood e vai exportar para Argélia, Arábia Saudita e Egito. Até agora a empresa só vendia para os Emirados.
Evento será realizado nos dia 23 e 24 de fevereiro, em São Paulo. Participantes terão palestras e poderão realizar encontros bilaterais.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída de US$ 4,726 bilhões do início de janeiro até a primeira semana de fevereiro.
Projeção do Tesouro Nacional é que ela fique entre R$ 2,45 trilhões e R$ 2,6 trilhões, acima dos R$ 2,29 trilhões de 2014.
Centro de pesquisa começa aulas em 21 de fevereiro. Há horários aos sábados, pela manhã e tarde, e durante a semana, a partir das 17h. Custo é de R$ 400 por módulo e inscrições estão abertas.
Aladim, Cory e Riclan já efetuaram vendas para países árabes e outras regiões durante a feira do setor alimentício que acontece em Dubai. Certificação halal impulsiona exportações.
Única produtora brasileira de mel na Gulfood, a paulista Lambertucci negocia a venda de variedades exóticas para o Líbano.
Assista neste episódio: palestra com Demétrio Magnoli; Marcopolo vende ônibus para Abu Dhabi; e Rabat, capital do Marrocos.
Vendas de diesel, biodiesel, gasolina, etanol, querosene de aviação, óleo combustível e GLP cresceram. Já o GNV, gás para abastecer veículos, teve consumo menor.

