A Mahindra é mais uma multinacional do setor que se estabelece no país. Em parceria com a brasileira Bramont, que está investindo R$ 30 milhões no negócio, serão fabricadas picapes e utilitários esportivos. Após a consolidação no mercado interno, as operações no país poderão se tornar plataforma de exportação.
Autor: Alexandre Rocha
O país conta com centros de pesquisa e desenvolvimento de várias multinacionais do setor, como Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford. Eles criam carros que serão produzidos aqui e no exterior, além de protótipos que vão influenciar a indústria no futuro.
Alguns dos pontos altos da 24ª edição do evento são a tecnologia, os carros conceito, os esportivos e os fora-de-estrada. A organização espera receber mais de 550 mil pessoas, inclusive visitantes do Oriente Médio. A feira vai até o dia 29.
A informação é do Relatório Mundial de Investimentos feito pela Unctad. O volume de recursos aplicados na região em 2005 chegou a US$ 34 bilhões, um aumento de 85% em comparação com o ano anterior. O fluxo mundial cresceu 29% no mesmo período.
Da Agência Brasil Rio de Janeiro – A produção brasileira de aço bruto apresentou elevação de 6,5% em setembro, em comparação com o mesmo mês no ano passado, e atingiu 2,76 milhões de toneladas. No caso dos laminados planos, a produção alcançou o patamar recorde de 1,331 milhão de toneladas. Os dados foram divulgados ontem
Em encontro realizado ontem, a diretoria da entidade e os embaixadores árabes sediados em Brasília discutiram uma série de ações que devem ser realizadas no futuro próximo, como a organização de uma Semana de Produtos Árabes no Brasil e um evento voltado à área cultural.
O novo embaixador kuwaitiano em Brasília, Waleed Al-Kandari, vai colocar a cooperação econômica como prioridade de sua gestão. De acordo com ele, seu país está se abrindo cada vez mais para o mundo e as relações comerciais com o Brasil podem ser ampliadas.
A delegação organizada pelo governo brasileiro vai identificar áreas em que o Brasil pode cooperar na reconstrução do país. Vão participar integrantes de diversos ministérios, órgão públicos e entidades privadas, como a Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Fora as mercadorias que têm importação proibida nos países do Golfo, as negociações entre os dois blocos vai tratar da redução tributária de 100% do universo tarifário atual. Esta é uma das conclusões da reunião realizada esta semana entre diplomatas dos dois blocos. A negociação sobre bens deverá ser concluída ainda este ano.
Da Agência CNI Brasília – O presidente reeleito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, e a diretoria da entidade, escolhida por voto no dia 25 julho, tomam posse na próxima segunda-feira, na sede da CNI, em Brasília. O mandato dos eleitos é de quatro anos e a diretoria da entidade será composta
As exportações de janeiro a setembro cresceram 15% em comparação com o mesmo período de 2005. Para o presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., isso mostra que apesar de já vender bastante para a região, o setor continua a conquistar mercado por lá. Alguns produtos menos tradicionais ganharam espaço, como sucos de frutas.
O tratado entrou em vigor na semana passada por meio de decreto do presidente Lula. Uma das primeiras medidas deverá ser a vinda ao Brasil de profissionais sírios do setor e a ida ao país árabe de especialistas brasileiros. O objetivo é incentivar não só o fluxo de visitantes, mas também os investimentos na área.
Da redação São Paulo – As exportações brasileiras de carne bovina renderam US$ 353 milhões em setembro, um aumento de 30% em comparação com o mesmo período do ano passado. A quantidade embarcada foi de 202 mil toneladas, um aumento de 7,67% em relação ao mesmo mês de 2005. Os dados foram divulgados hoje (10)
Da Agência Brasil Rio de Janeiro – A produção industrial cresceu em nove regiões brasileiras no mês de agosto, entre as 14 pesquisadas mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor obteve maiores altas, em comparação a julho, na Bahia (3,2%), em Goiás (2,1%), Minas Gerais (1,3%), no Rio de Janeiro (1,1%)

