A empresa brasileira fechou contrato com a Dubai Ports International, dos Emirados Árabes Unidos, e já iniciou as obras de construção de um novo terminal de granéis líquidos no porto de Djibuti, pequeno país localizado na entrada do Mar Vermelho. O empreendimento deve ser concluído até o final do próximo ano.
Autor: Alexandre Rocha
Entre janeiro e setembro o Brasil embarcou 373 mil toneladas do produto, o que gerou receitas de US$ 534,5 milhões.
Este foi o valor registrado até o dia 24 deste mês. Já as importações somaram US$ 49,4 bilhões e o saldo ficou em US$ 27,5 bilhões.
Segundo o Itamaraty, o texto encaminhado traz as linhas mestras do que poderá vir a ser o tratado. Agora o bloco sul-americano espera uma resposta do governo egípcio. As questões específicas, como as listas de produtos por exemplo, serão negociadas posteriormente. Conforme a ANBA noticiou na semana passada, uma delegação do país árabe deve vir ao Brasil em novembro para tratar do assunto.
A intenção de criar uma operação unificada foi divulgada na semana passada pela brasileira BM&F e pela argentina Rofex. Juntos os dois países colhem mais soja do que os Estados Unidos, que é o maior produtor mundial. Mas a cotação internacional do produto é ditada pela Bolsa de Chicago. Segundo especialistas, se o negócio der certo, poderá trazer benefícios em termos de formação de preços e diminuição do risco dos produtores com as oscilações.
Durante eventos ocorridos na quarta-feira e ontem, o presidente brasileiro ressaltou a necessidade do país mostrar o seu potencial econômico ao mundo. Como exemplo, ele citou a viagem que fez aos países árabes e o aumento do comércio com a região. Lula acredita que logo o Brasil será tão competitivo quanto as demais potências econômicas. Para especialistas, porém, ainda há muito a fazer fora das portas das fábricas e das porteiras das fazendas.
O tenente-coronel da Aeronáutica, Marcos César Pontes, integra a equipe da NASA dentro do projeto da Estação Espacial Internacional.
Entre os destinos estão os Emirados Árabes Unidos, novo mercado para o setor. A Holanda, no entanto, é o principal comprador e o estado de São Paulo é o maior produtor do Brasil. O segmento em que os embarques mais aumentaram foi de o de flores frescas.
Segundo relatório divulgado pelo Banco Nacional de Dubai, as seis nações do bloco ainda dependem muito do comércio de produtos básicos, principalmente do petróleo, o que torna suas economias vulneráveis. O documento diz que uma pauta ampla impulsiona o desenvolvimento sustentável, e cita o Brasil como um dos exemplos de diversificação.
Encontro ocorre em Lisboa e tem como objetivo aparar as arestas para a assinatura de um tratado de livre comércio.
Os motivos foram a concordata da US Airways, que causou a suspensão das entregas em andamento, e o cancelamento de 18 pedidos pela American Eagle.
Nos shoppings é possível encontrar calçados de marcas como Grendene e Azaléia, nos magazines travessas Marinex, talheres Tramontina, pratos, móveis, fogões e geladeiras, nos supermercados café e carne enlatada. Cada vez mais os produtos brasileiros conquistam a confiança dos consumidores egípcios com sua qualidade e preço competitivo.
O objetivo da multinacional é conquistar em dois anos 15% de um segmento que em 2003 movimentou R$ 2 bilhões. Trata-se da primeira incursão da companhia no setor e o Brasil vai servir como laboratório de testes para a nova empreitada. A marca é bastante conhecida pelos acessórios para natação.
Nível de emprego em agosto aumentou 0,9% na comparação com julho e 3,1% em relação a agosto de 2003.

