Estrutura em Riad vai dar apoio às empresas brasileiras que buscam negócios no país. Na Gulfood, em Dubai, expositores do Brasil estão entusiasmados com o movimento.
Autor: Alexandre Rocha
Economia de energia e de água, além da geração de empregos, vão nortear os negócios na região nos próximos anos, segundo Edmond O’Sullivan, presidente da MEED, empresa de mídia e pesquisa de mercado.
Depois de um ‘boom’ na década passada, vendas brasileiras do setor caíram e muitas empresas saíram do mercado externo. Projeto pretende retomar negócios e cinco nações árabes estão na mira.
Afirmação foi feita pela ministra do Comércio dos Emirados Árabes, Lubna Al Qasimi, no primeiro dia da Gulfood, feira do ramo em Dubai. Mercado aquecido atrai mais fornecedores, como o Equador.
De acordo com Mark Napier, diretor da Gulfood, feira de alimentos que começa na segunda-feira, em Dubai, cresceu o interesse por pratos da região. Brasil terá mais de 50 expositores na mostra.
Na feira de alimentos em Dubai, companhias que integraram missão da Apex ao Oriente Médio pretendem bater o martelo com empresários que participaram das rodadadas de negócios em Jeddah e nos Emirados.
Empresas que participaram de missão da Apex à região receberam pedidos, como no caso da Adami, de portas, ou saíram com negociações quase concluídas, como a Somopar, de móveis.
Empresários de Dubai estão interessados em ampliar compras do Brasil, mas a concorrência no mercado local é forte e o valor das mercadorias é essencial. ‘O custo Brasil está pesando’, diz executivo.
Seminário realizado no emirado mostrou quadro regulatório e projetos no País. O encontro fez parte da programação da missão ao Oriente Médio organizada pela Apex.
Delegação comercial brasileira participou de reuniões com empresários locais em Jeddah. Evento promete resultar em novos contratos de exportação.
Entidades brasileira e saudita assinaram convênio que prevê cooperação para promover os negócios bilaterais. Cidade na Costa do Mar Vermelho tem setor de construção aquecido.
Missão organizada pela Apex vai levar 30 companhias para rodadas de negócios na Arábia Saudita e Emirados. Além disso, pelo menos 10 projetos no Brasil serão apresentados a investidores.
Tratado de livre comércio foi assinado em 2010. Embaixador egípcio em Brasília, Hossameldin Zaki, disse que seu país está engajado em fortalecer o comércio com o bloco sul-americano.
Governo autorizou a companhia a comprar o produto do exterior por mais dois anos, com o objetivo de garantir o abastecimento de termelétricas. Maior fornecedor do Brasil é o Catar.

