A afirmação é do monarca Abdullah II, que recebeu nesta quinta-feira (12) a delegação brasileira que está no país árabe. A missão é liderada pelo presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin.
Autor: Alexandre Rocha
Faturamento saiu de US$ 1 bilhão em 2003 para US$ 3 bilhões no ano passado. Conferência discutiu oportunidades de investimentos no setor, com participação do presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin.
O governo da Jordânia tem como meta conectar 50% da população à internet até 2012 e transformar o setor de informática e telecomunicações na principal atividade econômica nacional.
O primeiro-ministro do país, Nader Dahabi, falou sobre o tema nesta quarta com o presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin. Entre as áreas de interesse estão aviação, agricultura e infraestrutura.
Programa de ‘zonas de desenvolvimento’ do país dá benefícios, como isenção de impostos, para empreendedores das áreas de indústria, comércio, serviços, turismo, imóveis e tecnologia.
A informação é do presidente da Associação dos Bancos da Jordânia, Marwan Awad. Segundo ele, o sistema bancário do país tem liquidez e capacidade para financiar negócios com o Brasil.
O governo pretende contratar um representante para cuidar das ações de divulgação e deve realizar roadshows para operadores brasileiros, segundo a ministra jordaniana do Turismo, Maha Khatib.
Governo quer atingir meta até 2017. O CEO da Jordan Investment Board, Maen Nsour, fez apresentação sobre investimentos e projetos de infraestrutura à delegação brasileira que está no país.
O chanceler jordaniano, Nasser Judeh, disse a diretores da Câmara Árabe que seu país tem ambiente propício para os investimentos estrangeiros. Ele destacou as boas relações com o Brasil.
A informação foi divulgada em Amã, na Jordânia, pelo vice-presidente da companhia para Europa, África e Oriente Médio, José Luis Molina. O anúncio ocorre às vésperas de missão brasileira ao país.
Feira na Arábia Saudita rendeu contatos promissores para empresas brasileiras participantes, mesmo tendo mais foco em insumos agrícolas do que no ramo de alimentos prontos para consumo.
Empresas que participam do estande do Brasil na feira Saudi Agro-Food estão confiantes na abertura do mercado ou na ampliação de negócios já existentes. São os casos da Tirolez e da Bauducco.
Empresa resultante da fusão de Sadia e Perdigão, marcas amplamente conhecidas na região, começa a ser apresentada ao mercado saudita e provoca curiosidade. Ela participa da feira Saudi Agro-Food.
A possibilidade de investir na agropecuária do país interessou empresários árabes que se reuniram nesta segunda-feira, em Riad, com representantes de empresas e do governo brasileiro.

