Exposição de fotos sobre a influência árabe na América do Sul permanece até o dia 16 no Museu Nacional, em Riad. A mostra organizada pelo Itamaraty já correu mundo.
Autor: Alexandre Rocha
Segundo a ministra da Cooperação Internacional, Fayza Abul Naga, seu país precisa de armazenagem adequada para diminuir o desperdício de grãos. Até 25% do trigo importado pelo Egito se perde.
A ministra da Cooperação Internacional do país árabe, Fayza Abul Naga, esteve em Brasília e São Paulo e discutiu o tema com representantes do governo e do setor privado. Agricultura é o ponto central.
Júnia Quiroga, pesquisadora do Ministério do Desenvolvimento Social, fez uma apresentação sobre as dificuldades e soluções encontradas para fazer o mapeamento dessa população no país.
A afirmação foi feita hoje pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, em São Paulo. Em entrevista a correspondentes estrangeiros, ela disse também que o Brasil será uma ‘potência do século 21’.
Ministros das duas regiões se reuniram esta semana, em Nova York, paralelamente à 64ª Assembléia Geral das Nações Unidas.
A Kaust será inaugurada hoje pelo rei Abdullah e pretende se tornar referência mundial em pesquisas científicas e tecnológicas. Para tanto, a instituição tem dotação de US$ 10 bilhões.
Gilberto Abrão lança hoje, em São Paulo, seu romance de estréia, ‘Mohamed, o Latoeiro’, que conta a saga de um sírio que chegou ao Brasil no início do século 20. O autor é filho de imigrantes árabes.
A Unctad diz que os fundos soberanos do Oriente Médio devem ampliar sua fatia no fluxo mundial de investimentos estrangeiros diretos este ano. Há novas oportunidades de aquisições internacionais.
A previsão do Ministério do Turismo leva em conta que, no Brasil, o setor sofreu menos com a crise em relação a outros países. O grupo Accor, por exemplo, investe em 15 novos projetos.
Importadores do Líbano e dos Emirados participam, de hoje a sexta-feira, da mostra ‘Alto Verão Carioca’, na verdade um circuito de showrooms e ateliês de 40 grifes da capital fluminense.
Importadores árabes que estão em São Paulo, a convite da Câmara Árabe, têm suas primeiras impresões sobre a indústria brasileira. Hoje e amanhã eles participam de rodadas de negócios na Equipotel.
Segundo o Banco Mundial, 17 de 19 países pesquisados no Oriente Médio e Norte da África realizaram reformas econômicas do ano passado para cá. A Arábia Saudita é o mais fácil para se fazer negócios.
Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, mesmo com maior presença estatal, as reservas de petróleo descobertas no Brasil vão ser rentáveis para investidores privados.

