Além da Arábia Saudita, Egito, Emirados, Argélia e Marrocos, outros países da região estão se consolidando como grandes importadores de produtos brasileiros. São os casos do Líbano, Iêmen e Iraque.
Autor: Alexandre Rocha
Os embarques do Brasil ao Oriente Médio e Norte da África renderam US$ 4,3 bilhões no primeiro semestre. A fatia do mercado árabe nas vendas externas brasileiras passou de 4,56% para 6,15%.
A Associação Brasileira de Supermercados quer a presença, em setembro, de representantes de pelo menos 10 empresas árabes do setor para negociar com fornecedores de alimentos e equipamentos.
O novo embaixador brasileiro em Argel, Henrique Sardinha Pinto, terá como um de seus principais desafios equilibrar a balança comercial bilateral, tradicionalmente deficitária para o Brasil.
Leptis Magna, 120 kilometres away from Tripoli, is one of the best preserved Roman ruins in the Mediterranean. Founded by Phoenicians in the 7th century BC, it was the birthplace of Septimus Severus.
Leptis Magna, a 120 quilômetros de Trípoli, é uma das mais bem preservadas ruínas romanas do Mediterrâneo. Fundada no século 07 a.C. pelos fenícios, lá nasceu o imperador Septimus Severus.
Nos restaurantes de Fakher Shames, em Trípoli, é possível encontrar pratos típicos e também comida brasileira, influência dos quase 14 anos que o empresários líbio viveu no Brasil.
A construtora brasileira, que atua em dois grandes projetos em Trípoli, acredita que o potencial do mercado vai se manter e pretende permanecer no país por ‘anos e anos’.
A Odebrecht emprega gente de 31 nacionalidades diferentes entre seus milhares de funcionários na Líbia. Para agradar turcos e colombianos, ela traz até cozinheiros dos países de origem.
O presidente Lula propôs união com os países da África no tratamento de questões como a Rodada Doha, crise e aquecimento global. Ele ainda pediu apoio para a eleição do Rio para as Olimpíadas de 2016.
O presidente Lula propôs, na cúpula da União Africana, na Líbia, a realização de um encontro de ministros da Agricultura de todo o continente, no Brasil, para aprofundar parcerias na área.
A Líbia está formando uma holding para gerenciar os US$ 500 milhões que pretende investir na América Latina, especialmente no Brasil. O principal foco é no ramo do agronegócio.
A empresa ganhou concorrência para realizar obras de infraestrutura urbana nas redondezas de Trípoli. Ela será a terceira grande construtora brasileira a ter negócios no país árabe.
O presidente brasileiro, convidado na cúpula da União Africana, na Líbia, disse que o Brasil pode fortalecer ainda mais a política de cooperação com o continente e auxiliar em seu desenvolvimento.

