Entre executivos e empresários brasileiros, 84% acredita que 2017 será um ano com menos incertezas políticas e econômicas.
Autor: Da Redação
Vendas do produto brasileiro no exterior renderam US$ 81,4 milhões em janeiro. Países árabes não figuraram entre os 20 principais destinos.
Houve avanços na recuperação do país nos últimos cinco anos, mas condições socioeconômicas seguem fracas. PIB cresceu 3,4% em 2016 e deve avançar 2,5% em 2017. Nação elegeu novo presidente.
É o maior apelo humanitário já feito para o país árabe. Fome é ameaça à população iemenita, que já enfrenta dois anos de guerra.
Projeção para 2017 é de equipe do FMI, que visitou país árabe e percebeu maior confiança local após realização da conferência Tunísia 2020. Um dos desafios é diminuir gastos com salários no setor público.
A Ceramica Market & Expo B2B ocorre de 02 a 05 de março em Nasr City e visa atrair importadores para os produtos locais.
Unidade consumiu R$ 25 milhões em investimento e poderá produzir 72 mil toneladas de pasta celulósica por ano. Tecnologia foi desenvolvida pela FibraResist, do Grupo Cem.
Encontro de Hafsa Abdulla Mohamed Sharif Alulama com o governador de São Paulo na tarde de terça-feira (7) foi de cortesia. Assuntos como possibilidades de investimento e educação estiveram em pauta na reunião.
Balança comercial registrou saldo positivo de US$ 212 milhões nos três primeiros dias do mês. Subiram exportações de produtos como minério de cobre, petróleo em bruto, couros e cereais.
Setor faturou US$ 809,8 milhões com vendas externas em janeiro, de acordo com a Anfavea. Alta em volume chegou a 56%. Desde 2008 indústria não registrava desempenho tão bom no primeiro mês do ano.
Encontro reúne grandes executivos da indústria varejista em sua 11ª edição, que ocorre de 04 a 06 de abril. Este ano, vendas do setor nos Emirados Árabes devem alcançar US$ 54,45 bilhões.
Evento multissetorial terá 650 empresas de 13 países. Feira ocorre de 15 a 24 de março e atrai expositores de produtos como alimentos, eletrodomésticos e automóveis.
Organização alertou para iminente crise de fome no país africano, cuja seca destruiu colheitas e matou muitos animais.
Dados do Conselho Mundial de Ouro (WGC) apontam queda de 15% no consumo, para pouco mais de 2 mil toneladas. Procura por barras de ouro, porém, cresceu 2%.

