Autor: Geovana Pagel

A ANBA publica a partir de hoje uma série de reportagens sobre a indústria brasileira de máquinas e equipamentos. O setor, segundo colocado no ranking dos principais exportadores de manufaturados do país, tem um faturamento anual de R$ 50 bilhões, sendo 40% receita de exportação.

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Cultivadas às margens da mata atlântica, em Alagoas, plantas ornamentais com formas e nomes exóticos, como alpínia, wagneriana e bihai, são exportadas para a Europa há quatro anos. A primeira exportação do grupo de pequenos produtores nordestinos foi para Portugal e Holanda em 2002. Em seguida, vieram as vendas para a Itália e a França.

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O contrato foi fechado entre a A. Guerra S.A., fabricante de implementos rodoviários, com a Excel, do emirado de  Sarjah. A companhia brasileira já está transferindo tecnologia para a parceira árabe, que fará a montagem e a distribuição de toda a linha de produtos na região, como carrocerias e carretas para caminhões.

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O emirado é considerado estratégico para o acesso ao mercado árabe, segundo o gerente do projeto Organics Brasil, dedicado à promoção do setor, Ming Chao Liu. A idéia é organizar uma feira exclusiva de mercadorias brasileiras em 2007 ou 2008. Em outubro ocorre, em São Paulo, a Biofach, mostra do segmento.

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A Fiesp promove seminário de lançamento da versão latino-americana da maior feira mundial de produtos orgânicos, que vai ocorrer no próximo mês. O Brasil quer conquistar 10% do mercado mundial, que hoje movimenta US$ 40 bilhões. Os países árabes são considerados mercados potenciais para itens orgânicos como carnes e frutas.

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Designers brasileiros criam e exportam jóias que retratam a natureza da Amazônia. Holanda, Portugal, Inglaterra, Itália, França e Estados Unidos estão entre os importadores das peças. Elas são feitas com sementes, restos de madeira e fibras naturais, além de metais preciosos.

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A estilista carioca exporta para Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e tem no mercado árabe o seu público mais fiel. Os produtos preferidos das mulheres da região são as saias longas e trabalhadas. Produzidas individualmente e de forma artesanal, as roupas da estilista são vendidas em endereços famosos como a Colette, em Paris.

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Os fabricantes brasileiros de moda íntima, segmento que fatura anualmente quase US$ 2 bilhões, investem cada vez mais em tecnologia e design na produção das peças. A lingerie brasileira também conquista seu espaço no exterior. Entre janeiro e junho deste ano foram exportados US$ 15 milhões. Arábia Saudita, Emirados, Jordânia, Kuwait, Líbano e Tunísia estão entre os destinos.

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A estratégia de internacionalização da marca brasileira de acessórios, famosa por seus óculos de sol, teve início em 2005, com a abertura do primeiro ponto-de-venda em Lisboa. Hoje, a Chili Beans tem três franquias em Portugal e uma loja própria nos Estados Unidos. Agora a empresa quer encontrar um parceiro comercial nos países árabes.

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