O site Lojinha.net foi criado pelo jornalista Walid Shukair há quase um ano para atender moradores de fora dos grandes eixos econômicos do país, onde não há estabelecimentos que vendem produtos árabes. O portal comercializa desde narguilé e papiros até artigos religiosos, como livros com orações e gorros islâmicos. São atendidos entre 35 e 50 pedidos ao mês.
Autor: Isaura Daniel
O tema foi tratado ontem em encontro do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, com o chanceler tunisiano, Abdelbaki Hermassi, em Túnis. Durante a cúpula dos países árabes e sul-americanos, em maio, haverá uma mostra de cinema árabe que terá como curadora Nadia Attia, diretora do Festival de Cartago. O ministro Amorim encontra-se hoje com o presidente da Tunísia, Zine Al-Abidine Ben Ali.
Empresários brasileiros e kuwaitianos conversaram ontem, na Câmara de Comércio e Indústria do Kuwait, sobre como equilibrar o comércio entre os dois países. Enquanto as exportações nacionais para o Kuwait aumentaram 73% em 2004, as vendas do país árabe para o Brasil caíram 70%. Uma das alternativas para reduzir essa diferença, de acordo com o embaixador Mario Vilalva, é o investimento de companhias brasileiras no país árabe.
Agência Brasil Rio – A capacidade instalada da indústria nacional deve crescer 19% entre 2005 e 2007, expansão superior aos 17% projetados em 2004 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), instituição responsável pela pesquisa, para o triênio 2004-2006. Foram ouvidas 599 empresas, de 24 estados, entre 20 de dezembro de 2004 e o dia 4 de fevereiro. Para este ano, o acréscimo médio
Agência Brasil Rio – A produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, como amendoim, arroz, feijão, milho, soja e trigo, pode alcançar neste ano 134,522 milhões de toneladas, superando em 12,96% a safra do ano passado, que foi de 119,085 milhões de toneladas. Todas as grandes regiões produtoras apresentam previsão de aumento, na comparação com
A Sagia, órgão do governo saudita que regulamenta e promove investimentos estrangeiros no país, confirmou ontem, durante encontro com funcionários do Itamaraty em Riad, que enviará representantes ao Brasil em maio. Durante a reunião de chefes de estado árabes e sul-americanos haverá uma feira de investimentos para que cada país apresente seus projetos.
A informação foi transmitida ontem pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil ao vice-primeiro ministro do Catar, Hamad Bin Jaber Al-Tani, durante encontro na capital do país. Al-Tani afirmou que o Catar também pretende reabrir sua embaixada em Brasília. A reunião fez parte da agenda de Amorim na visita a nove países árabes. Ele também esteve com o príncipe Sayyd Haitham Bin Tareq Bin Teimur Al-Said, de Omã. Hoje, o chanceler abre as atividades da missão empresarial brasileira no
O grupo de empresários brasileiros que está no Oriente Médio em missão comercial saiu otimista da rodada de negócios realizada ontem na capital do país árabe. Os cerca de 80 sauditas que participaram dos encontros se mostraram bastante interessados nos produtos brasileiros, principalmente em açúcar, carnes e soja. O representante da Petrobras que integra a delegação esteve no Ministério do Petróleo para manifestar o interesse da empresa em desenvolver cooperação na área de gás.
Em encontro ontem, em Riad, o secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo, Abdul Rahman Bin Hamad Al-Attiyad, e o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, se comprometeram a trabalhar para que um acordo-quadro, documento que formaliza o início das negociações, seja assinado durante a cúpula dos países árabes e sul-americanos, em maio. O chanceler se reuniu também com o príncipe-herdeiro saudita, Abdullah bin Abdulaziz Al Saud.
Da redação São Paulo – A 28ª Feira Internacional de Franquias, que ocorrerá no México de 2 a 4 de março, terá um pavilhão chamado Brasil. Nele dez empresas brasileiras vão apresentar as suas redes de franquias. A iniciativa é da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e da Agência de Promoção de Exportações (Apex). A
A originalidadade na criação das peças está impulsionando a entrada das micro e pequenas indústrias têxteis do país no mercado externo. Para fugir da concorrência com as fábricas chinesas, conhecidas pelo preço baixo, as confecções nacionais apostam no segmento de produtos diferenciados, quase exclusivos. Na lista de quem ganhou clientes fora do país com essa estratégia estão a III Milenium, do Rio Grande do Sul, e a Fhio de Linha, de Minas Gerais. Roupas bordadas com cristal, miçanga e lantejou
Da redação São Paulo – O Brasil deve exportar cerca de 105 mil toneladas de camarão este ano em função da lacuna de mercado deixada pela Tailândia e Índia, países afetados pelos tsunamis. A projeção é da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). A Europa é o mercado com maior potencial para aumento das compras. Nos
Da redação São Paulo – O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (Sebrae/RS) vai investir de R$ 4,7 milhões para qualificar micro e pequenos empresários que trabalham com turismo no estado. O dinheiro será destino a cinco roteiros, entre eles a Serra Gaúcha e a região das Missões, além de
Agência Brasil Curitiba – O número de empregos nas indústrias do Paraná cresceu 4,09% em 2004, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice foi o terceiro melhor do país e o maior da região Sul. A média nacional ficou em 1,92% – apontada como a melhor desde 1990.

