Foguete que levou equipamento foi lançado na última semana da Guiana Francesa. Ele será usado para ampliar oferta de banda larga no Brasil.
Inovação
Playmove, uma startup de Blumenau, atraiu interesse de empresas da Arábia Saudita e Emirados. Primeiros contratos deverão ser fechados nas próximas semanas.
Lançamento, que ocorrerá da Guiana Francesa, estava previso para esta terça-feira, mas foi transferido. Será o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e militar.
Recursos serão repassados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Embalagens desenvolvidas pela Embrapa em parceria com outros institutos colaboram para evitar desperdício nos fretes domésticos e nas exportações.
Cientista da Universidade Federal de Pernambuco, Fred Freitas, lidera criação de versão de um raciocinador para uso em universidade da Arábia Saudita.
Em debate na USP, especialistas defenderam uso de tecnologia para dinamizar processos de exportação no País, em especial no agronegócio. Michel Alaby, diretor da Câmara Árabe, falou sobre atuação da entidade na área.
Debate sobre aplicação da tecnologia no agronegócio, saúde e indústria ocorre na próxima terça-feira, em São Paulo. Michel Alaby, diretor-geral da Câmara Árabe, será um dos palestrantes.
Acordo entre a indústria brasileira e academia de aviação do país árabe estabelece parceria para treinamento de profissionais em engenharia aeronáutica. Detalhes de implementação ainda estão sendo decididos.
Home page tem layout moderno e tecnologia por meio da qual ele se adapta a diversos dispositivos: desktop, smartphone e tablet. Em 2017, versão em árabe irá ao ar.
Este foi o valor levantado por 17 empresas de financiamento coletivo da região de 2012 a abril de 2016, segundo pesquisa. Questões regulatórias são desafio.
ClassApp é plataforma especializada em comunicação entre escola e família. Criada por engenheiros brasileiros e presente em mais de 100 colégios, ela já está no exterior e poderá ser usada no Oriente Médio.
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria mostra que maioria das empresas brasileiras utiliza essas novas ferramentas em poucas etapas da produção.
Em setembro, eram 275 milhões de celulares ativos no País, queda de 1% ao longo do ano.

