O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que o País quer investir em inovação e trará especialistas internacionais para desenvolver projetos locais.
Inovação
Chemtech, do grupo Siemens, oferece otimização de processos para indústria de petróleo e gás e já tem um profissional em Abu Dhabi. Até setembro do ano que vem a equipe lá passará a 20 pessoas.
No primeiro semestre de 2011, o Oásis do Silício do emirado, que abriga companhias tecnológicas, registrou faturamento de US$ 88 milhões e lucro operacional de US$ 33 milhões.
O País passou a ser membro permamente do comitê da ISO/TC 217, grupo que regulamenta mundialmente o setor de higiene, perfumaria e cosméticos.
A Universidade Federal do Pará passou a participar das discussões da UIT, agência da ONU para telecomunicações, assim como os países árabes Tunísia e Argélia. Deve haver troca de experiências na área.
Os dois assinaram memorando de intenções, nesta quarta-feira, para criação de uma empresa destinada a estimular inovações tecnológicas no setor industrial.
Atualmente, apenas 35% das habitações no país têm acesso à internet de banda larga. Em países vizinhos, a penetração está acima de 90%.
Capacitação de funcionários da fábrica de motores da Volkswagen, em São Carlos, chama atenção de unidades da companhia em outras países. Diferencial é uso de um protótipo de motor para manuseio.
Pesquisadores da Argélia, Iraque, Egito e Somália participam, a partir deste domingo, da Iufro Tree Biotechnology 2011, conferência sobre biotecnologia florestal, na Bahia.
País troca experiências em ciência, tecnologia e inovação com Brasil, Noruega e Cingapura, durante evento em Londres. Objetivo é incentivar o crescimento dessas áreas no mundo árabe.
O seminário sobre tecnologias de convivência com a seca, previsto inicialmente para abril, reúne representantes de nações árabes e sul-americanas a partir desta quarta-feira na Paraíba.
A Arábia Saudita lidera ranking de competitividade em telefonia móvel feito em 19 países do mundo árabe. Jordânia está em segundo lugar e a Palestina em terceiro.
Programa criado pelo BNDES e Finep vai financiar o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos do ramo. O objetivo é manter o Brasil na liderança dos biocombustíveis.
A partir da publicação da lei 12.383, a Embrapa foi autorizada a atuar no exterior e não precisará fazê-lo mais apenas por meio de parceiros. Na prática, ela ganha autonomia administrativa lá fora.

