O Banco do Brasil vai disponibilizar R$ 45 bilhões em crédito para a safra 2011/2012. O valor é 17% maior do que na colheita anterior.
Agronegócio
A colheita encerrada no dia 30 de junho resultou em 162 milhões de toneladas de grãos, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Houve aumento de 8,6% em relação ao ciclo anterior.
Até 2050, os países árabes ainda vão precisar importar metade ou mais dos gêneros alimentícios que consomem. A população da região deverá mais do que dobrar no período.
A União Européia autorizou prolongamento, por mais um ano, de acordo de pesca com o Marrocos. Pelo acerto, navios europeus podem pescar em águas marroquinas em troca de compensações financeiras.
Receitas das vendas externas cresceram 28,5% no primeiro semestre. Já o volume embarcado aumentou 6,8%. O Oriente Médio se manteve como principal mercado.
O país promove, em julho, um fórum que vai tratar da indústria de sementes e da biotecnologia na agricultura africana. A ideia é discutir como a tecnologia pode ajudar a região a produzir mais.
A receita com as vendas externas do produto alcançou US$ 53,1 milhões em Minas Gerais nos cinco primeiros meses do ano.
Vendas externas totais do setor somaram US$ 2,16 bilhões de janeiro a maio deste ano, 30% a mais que no mesmo período de 2010. Emirados, Argélia e Arábia Saudita estão entre os maiores compradores.
Os Estados Unidos desisitiram de recorrer de decisão da OMC favorável ao Brasil na área de suco de laranja.
Panorama para o período de 2011 a 2022, lançado pela OCDE e FAO, informa que o Oriente Médio e Norte da África deverão ampliar rapidamente suas importações de alimentos.
De acordo relatório da FAO e da OCDE divulgado nesta sexta-feira (17), os preços das carnes devem sofrer uma elevação de até 30%, e os dos cereais poderão ter um acréscimo de 20%.
Receita com as vendas aos países do Oriente Médio foi de US$ 1,13 bilhão nos cinco primeiros meses do ano. A Arábia Saudita é o principal mercado da região.
Pacote de financiamento, que será anunciado oficialmente nesta sexta-feira pela presidente Dilma Rousseff, prevê aumento de 5% na colheita da grãos e ampliação da produção de etanol.
O País ganhará mais importância como fornecedor mundial de alimentos, segundo estudo do Ministério da Agricultura. A participação da soja passará a 33,2% e da carne de frango a 49%.

