O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acredita que regiões como Europa, Japão e EUA usarão álcool de cana-de-açúcar. Os norte-americanos taxam o produto para proteger sua produção de etanol de milho.
Agronegócio
O gerente de relações com o mercado da União Brasileira de Avicultura, Adriano Zerbini, integra missão liderada pelo ministro Miguel Jorge e vai tratar do tema com as autoridades argelinas.
O Instituto do Semiárido estuda os bois da raça Pé Duro, que convivem bem com o clima quente. Os genes poderão ser usados em cruzamentos para tornar outras raças adaptadas ao aquecimento global.
O país foi o destino que mais cresceu entre os principais importadores de produtos agropecuários brasileiros em agosto. Em termos regionais, a África foi o bloco com maior aumento.
Começou nesta quinta-feira, no Porto de Rio Grande, o embarque de 7,8 mil bovinos para o Líbano e Turquia. Os animais viajarão no navio-curral Kenoz, de bandeira panamenha.
País colheu 149 milhões de toneladas de grãos na safra 2009/2010. A marca é a maior da história, superando os 144,1 milhões de toneladas alcançados na safra 2007/2008.
O presidente disse que o país deve continuar a investir na produção e em tecnologia. Ele destacou também as vitórias brasileiras na OMC em questões agrícolas.
O executivo Nasser Al-Hajri disse à ANBA que a empresa do Catar busca oportunidades no agronegócio ao redor do mundo e que o Brasil é uma opção natural. A companhia negocia aquisições no país.
Ministério da Agricultura prevê moagem de 651,51 milhões de toneladas no Brasil no ciclo 2010-2011, ante 604,5 milhões na temporada anterior.
O fundo de private equity Mercatto Alimentos adquiriu parte do capital da Villa Germania, maior produtora de carne de pato do Brasil. A empresa exporta 70% da produção e vende para Oriente Médio.
A cana-de-açúcar teve, no ano passado, a maior participação na matriz energética brasileira desde 1992, de acordo com pesquisa do IBGE. Atualmente ela responde por 18% da energia gerada no país.
A Hassad Food, que pertence ao fundo soberano do país árabe, anunciou negociações para aquisição de uma usina de açúcar e etanol, além da compra de participação em projeto avícola.
As vendas para o mundo árabe ficaram em US$ 1,037 milhão até julho, com alta de 23%. O responsável pelas compras foi o mercado saudita, terceiro maior importador da laranja brasileira no período.
O setor vai investir na participação em feiras nos Emirados e na Arábia Saudita. Os árabes já consomem mel brasileiro, mas ele é enviado à região principalmente via distribuidores europeus.

