Foram embarcadas 364 mil toneladas no mês passado. Receita recuou 8,8%, para US$ 582 milhões.
Agronegócio
Ano de 2017 foi marcado pela redução no rebanho de bovinos no Brasil e pela produção leiteira menor. Mas subiu número de aves criadas.
Levantamento do IBGE mostra que a concentração das florestas no País está nas regiões Sul e Sudeste.
O Brasil embarcou 114,42 mil toneladas no mês passado, um aumento de 17,6% sobre agosto de 2017.
Brasil produziu 238,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, um aumento de 28% sobre o ano anterior.
Brasil embarcou 3,4 milhões de sacas, um aumento de 30% sobre o mesmo mês do ano passado. É o maior volume mensal desde outubro de 2015.
Foram abatidos 7,72 milhões de bois no Brasil no segundo trimestre deste ano, volume que representou alta de 4% sobre o mesmo período de 2017.
Instituto prevê colheita de 225,8 milhões de toneladas no País neste ano, volume 0,4% inferior ao estimado em julho e 6,2% menor que a safra de 2017.
Foram embarcadas 397 mil toneladas ao exterior, um recuo de 4,6% sobre o mesmo mês de 2017. No entanto, volume ficou acima da média mensal de 2018.
Missão começa nesta sexta-feira e vai até 08 de setembro, passando também pela Turquia. Participam representantes de 25 empresas e entidades brasileiras do agronegócio.
Setor faturou R$ 3,5 bilhões no ano passado, R$ 500 milhões acima que em 2016. País tem 17 mil registros de produtores de orgânicos.
Instituição de novos critérios de abate halal é um dos principais motivos. Arábia Saudita e Kuwait apresentaram redução de 28% e 11%, respectivamente. Emirados Árabes teve aumento de 7%.
Vendas externas do produto brasileiro somaram US$ 3,5 bilhões de janeiro a julho. Países árabes importaram o equivalente a US$ 514 milhões.
Fornecimento de adubos de países árabes ao mercado brasileiro somou US$ 830 milhões de janeiro a julho, com queda de 18,4%. País comprou mais da Rússia.

