Medida vale por seis meses e é limitada à cota de 1 milhão de toneladas. O objetivo é controlar os preços no mercado interno.
Agronegócio
Compras brasileiras de fertilizantes no mercado internacional somaram 4,19 milhões de toneladas no primeiro trimestre deste ano. Países árabes forneceram 749,6 mil toneladas.
Safra 2016/2017 de cana-de-açúcar chegará a 691 milhões de toneladas e crescerá sobre colheita anterior, segundo previsão da Conab.
Brasil embarcou 140 mil toneladas, um aumento de 21% sobre o mesmo mês de 2015. Receita avançou 7,8% para US$ 518 milhões. Egito e Arábia Saudita foram destaques entre os mercados.
Embarques do produto aos países árabes somaram 338,7 mil sacas no primeiro trimestre deste ano, contra 355,3 mil sacas de janeiro a março de 2015. A receita gerada caiu ainda mais, 17%, na mesma comparação.
Região figurou como a terceira do mundo que mais importou produtos da pecuária e da agricultura brasileiras em março. Receita das exportações ficou em US$ 724,3 milhões, com destaque do Irã.
Colheita 2015/2016 deve resultar em 209 milhões de toneladas, segundo levantamento da Conab. Houve redução sobre previsão anterior, mas mesmo assim volume é o maior da história.
Com quase 23 mil toneladas importadas, país ficou na primeira colocação em março. Arábia Saudita, que recentemente voltou a comprar do Brasil, já aparece na 7ª posição.
Informações divulgadas pela ABPA mostram que Brasil embarcou 403,4 mil toneladas de carne de frango em março. Também houve avanço na receita obtida e nas vendas do primeiro trimestre.
Instituição financeira concedeu o volume de crédito até 1 de fevereiro como pré-custeio para a safra 2016/2017.
Cultivar BRS Imponente será lançada em junho e deverá ter grãos disponíveis para exportação no ano que vem. Novidade poderá impulsionar vendas do produto para países como o Egito.
Encontro sobre o tema vai ocorrer em junho no Mato Grosso e terá palestrante da Cooperáguas, que exporta feijão-caupi para mercado árabe.
Em 2015, a indústria de alimentos aumentou as vendas ao Oriente Médio e África, que chegaram a US$ 2,2 bilhões. Lucro líquido atingiu R$ 4,6 bilhões.
Sexto levantamento da safra 2015/2016 aponta crescimento de 1,3% na produção brasileira de grãos.

