Segundo dados do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, produção de alimentos permanece bem abaixo dos níveis anteriores ao conflito. Pão está 87% mais caro.
Agronegócio
País árabe poderá exportar até 25 mil toneladas adicionais ao bloco por ano. Europeus anunciaram apoio à Tunísia em diferentes áreas.
Brasil vendeu o equivalente a US$ 6,9 milhões de janeiro a junho. Emirados são o principal mercado no exterior.
Compras externas de adubos do Brasil recuaram no primeiro semestre. Associação aponta redução da demanda numa série de lavouras. Países árabes também reduziram vendas.
Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins aponta que foram fechadas 11 mil vagas na produção de açúcar no primeiro trimestre do ano.
Estudo feito pela organização com instituições parceiras aponta que valores devem recuar, mas ainda ficarão em níveis maiores do que no ano 2008, quando começaram a aumentar. Brasil compensará perdas com produtividade.
Egito, Argélia e Emirados, que estão entre os dez maiores importadores do produto brasileiro, fizeram aquisições maiores de janeiro a junho. Mercado egípcio foi o quarto no ranking.
Lavouras terão faturamento bruto de R$ 295,1 bilhões em 2015 e pecuária de R$ 168,1 bilhões, segundo Ministério da Agricultura. Projeção é de redução para a primeira e avanço para a segunda.
Projeção do Ministério da Agricultura e Embrapa indica que Brasil passará de 200 milhões para 260 milhões de toneladas em grãos produzidos em dez anos. Também vai avançar produção de carnes.
No período de julho de 2014 a junho deste ano, produtores brasileiros fizeram maior envio de café ao exterior para uma safra: 36,4 milhões de sacas de 60 quilos. Embarques para os países árabes caíram no semestre.
Expectativa é da Associação Brasileira de Proteína Animal para 2015. Segundo a instituição, gripe aviária em outros países produtores está trazendo clientes para o Brasil.
País será o principal responsável por atender a demanda adicional de alimentos no mundo nos próximos dez anos, segundo relatório da OCDE e da FAO.
Meta do Ministério da Pesca e Aquicultura é que produção de pescado avance 20% ao ano no País para chegar a três milhões de toneladas em 2020.
Medida foi anunciada durante visita da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos. Negociações duraram 15 anos.

