Associação do ramo prevê vendas externas de US$ 8 bilhões em 2015, contra US$ 7,3 bilhões em 2014. Perspectiva de retomada das compras pela Arábia Saudita gera otimismo.
Agronegócio
Foram 720 milhões de dúzias no terceiro trimestre do ano, segundo dados do IBGE.
Número do IBGE aponta avanço sobre 2013, com expectativa de colheita de 194,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas.
Avaliação é da Associação Brasileira de Proteína Animal, que prevê também expansão nas vendas ao Oriente Médio e aumento da produção nacional.
Vendas do produto ao exterior renderam US$ 594,5 milhões em novembro, com volume de três milhões de sacas embarcadas. Para o mundo árabe, houve recuo nos envios.
No acumulado entre janeiro e novembro deste ano, embarques caíram 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Emirados Árabes Unidos compraram mais do que em 2013.
Companhia brasileira adquiriu Big Frango, do Paraná, e grupo Primo Smallgoods, da Austrália. Segundo presidente Wesley Batista, negócio com Primo aumentará exposição da empresa a produtos de valor agregado.
Diário Oficial da União publicou instrução normativa que suspende dois impostos na compra de matérias-primas para produção do combustível.
Segundo ministro da Agricultura, delegação do país árabe visitará Brasil na próxima semana e previsão é que exportações sejam retomadas na segunda quinzena do próximo mês.
Levantamento estima produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas em 198,3 milhões de toneladas no próximo ano. Já a Conab prevê colheita de 194,39 milhões a 199,97 milhões de toneladas na safra 2014/2015.
Grupo AKS Saeed Saudi Arabia construirá unidade açucareira em seu país e espera fornecimento de um milhão de toneladas do produto do Brasil.
Missão brasileira, liderada pelo ministro da Agricultura Neri Geller, esteve no país árabe e acertou uma visita técnica ao Brasil como um dos últimos passos para que Arábia Saudita volte a importar carne bovina.
Brasil diminuiu suas vendas para a região em volume e receita neste ano até outubro. Mas, no geral, envios do produto do País ao exterior cresceram.
Participação da região nas exportações do frigorífico passou de 15% para 19% nos 12 meses encerrados em setembro. Porcentagem do Norte da África, porém, recuou.

