As vendas externas da agricultura e da pecuária brasileira renderam quase US$ 8 bilhões no último mês, com crescimento de 3,7%. O aumento dos embarques de soja em grãos foi responsável pelo desempenho.
Agronegócio
Brasil vendeu 13,79 mil toneladas aos países do Oriente Médio e Norte da África em 2013. Para associação do setor, há espaço para aumentar ainda mais as vendas.
Mais de um ano depois de caso que levou alguns países a suspender as importações, sauditas ainda não abriram o mercado e compradores recorrem a outros fornecedores.
Empresas formam joint-venture para comercializar o produto bruto e refinado. A nova companhia terá escritórios em Hong Kong, São Paulo, Miami, Delhi, Moscou, Jacarta, Xangai, Bangkok e Dubai.
Técnicos de países da África estiveram em Tocantins e Goiás para conhecer o cultivo e o beneficiamento do produto. Da comitiva fez parte um representante da Mauritânia.
Em 2013, a receita da processadora de carnes cresceu, assim como as exportações. Vendas aos árabes caíram em participação, mas foram maiores em faturamento em comparação com 2012.
Ubabef, do setor avícola, e Abipecs, de suínos, são extintas e executivos formam Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Meta é ter mais representatividade. Relação com os países árabes continua a mesma.
Estimativa do Ministério da Agricultura indica alta no indicador devido ao aumento dos preços dos produtos agrícolas. Na pecuária, apenas o valor da carne bovina deve crescer.
O secretário de Política Agrícola Neri Geller assume a pasta na segunda-feira (17) no lugar de Antonio Andrade.
Além dos dois países, Arábia Saudita e Emirados estiveram entre os 20 maiores destinos de produtos do setor em fevereiro. Mas estes últimos reduziram as compras.
Faturamento da empresa no quarto trimestre de 2013 foi de mais de R$ 1,5 bilhão. Perdas somaram R$ 124,6 milhões no mesmo período.
Setor reduziu vendas ao mundo árabe em janeiro. Os dois principais importadores na região, Emirados e Arábia Saudita, diminuíram as compras. No geral, produto mais exportado foi o açúcar.
O País tinha expectativa de superar os Estados Unidos na colheita de soja, mas problemas de clima frustaram a meta e a produção brasileira segue em segundo no ranking mundial.
Participação do mercado nas vendas externas brasileiras passou de 4% no primeiro bimestre de 2013 para 5% no mesmo período deste ano. Embarques para lá avançaram 46%.

