Que tal aproveitar as férias para conhecer mais sobre a produção cultural dos países árabes? Silvia Antibas dá sugestões de obras e artistas da região.
Cultura
O tatuador de origem árabe, Marcus Abraham Mubarack, é estudioso de história e encontrou na sua carreira como tatuador uma forma de imprimir a arte ancestral.
A Casa da Sabedoria de Bagdá será tema de palestra apresentada pelo professor doutor em História da Arte Ayman Esmandar. Evento acontece no dia 27 de novembro no Esporte Clube Sírio.
A editora Dublinense fechou a venda de três livros escritos por brasileiros para duas diferentes editoras árabes. Uma das obras será, ainda, traduzida ao persa.
Durante cinco dias de aulas, a autora Socorro Acioli vai lecionar para grupo de brasileiras que vivem em Dubai. Oficina acontece de 24 até 28 de outubro.
O Clube Literário Dubrasil congrega brasileiros em Dubai desde 2015. Neste ano, uma de suas fundadoras lançou também uma biblioteca infantojuvenil no emirado.
Registros da história dos Duailibi e da imigração árabe ao Brasil, coletados por iniciativa do publicitário Roberto Duailibi, foram doados para a Câmara de Comércio Árabe Brasileira para integrar a Casa Árabe.
O embaixador Qais Shqair, chefe da missão da Liga Árabe no Brasil, assina artigo sobre o desafio do Kuwait de manter a identidade cultural e, ao mesmo tempo, o pioneirismo na área.
Edição limitada do chocolate está à venda na loja virtual da Mission Chocolate. A fundadora da marca, Arcelia Gallardo, lançou a barra com leite de camela dentro do projeto que vai homenagear povos que formam o Brasil, começando pela comunidade árabe.
O site do jornal saudita Arab News listou restaurantes famosos que estarão na exposição universal, que começa no dia 01 de outubro nos Emirados.
Uma das obras é dirigida pelo brasileiro Otavio Cury. Os filmes serão exibidos nas plataformas digitais da mostra e do Sesc. A edição deste ano acontece de 20 de agosto a 16 de setembro.
O convidado deste episódio é Diogo Bercito, jornalista, escritor, doutorando e especialista em Oriente Médio. Ele está lançando o livro “Brimos: Imigração sírio-libanesa no Brasil e seu caminho até a política” pela Editora Fósforo.
Filha de libanesa e nascida no Rio de Janeiro, a dançarina, cantora, atriz e empresária não canta música árabe, mas já trouxe para sua carreira vários elementos da terra de origem da família.
A iniciativa do emirado de Sharjah vai escolher obra escrita em árabe e traduzida para outro idioma. Candidaturas podem ser enviadas até o final de agosto.

