Mercado financeiro piorou projeção para economia brasileira em 2017. Estimativa da semana passada era de avanço de 0,49%. Nesta semana passou a 0,48%.
Economia
No ano passado foram fechadas mais de 100 mil lojas no Brasil, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
Vagas são para o Rio de Janeiro. Entidade precisa de professores de português, apoiadores de curso e recreadores infantis.
IPC, medido pela Fipe, ficou em 0,18% na primeira semana de fevereiro. O percentual é o acumulado de quatro semanas encerradas no início deste mês.
Estudo da Conab mostra que Porto de Santos segue sendo o local de maior escoamento de soja e milho no Brasil, mas que portos da região Norte, como o de Itaqui, no Maranhão, estão crescendo.
A agência Standard & Poor’s manteve o País dois níveis abaixo do grau de investimento, onde está enquadrado desde fevereiro do ano passado.
Entre executivos e empresários brasileiros, 84% acredita que 2017 será um ano com menos incertezas políticas e econômicas.
Taxa incidente sobre operações de empréstimo tiveram segunda queda consecutivo em janeiro, segundo pesquisa da Anefac.
Vendas do produto brasileiro no exterior renderam US$ 81,4 milhões em janeiro. Países árabes não figuraram entre os 20 principais destinos.
Houve avanços na recuperação do país nos últimos cinco anos, mas condições socioeconômicas seguem fracas. PIB cresceu 3,4% em 2016 e deve avançar 2,5% em 2017. Nação elegeu novo presidente.
Entidade terá café da manhã para suas empresas no próximo dia 15. Na pauta estão temas como economia dos países árabes e do mundo, o calendário de atividades do ano e uma missão ao Norte da África.
Entraram mais dólares do que saíram no Brasil no mês passado, segundo o Banco Central.
Índice é o maior baixo desde 2010 entre grandes companhias, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. Entre as que planejavam fazer investimentos, 10% cancelaram planos.
Projeção para 2017 é de equipe do FMI, que visitou país árabe e percebeu maior confiança local após realização da conferência Tunísia 2020. Um dos desafios é diminuir gastos com salários no setor público.

