Receita Federal recolheu R$ 148,7 bilhões em tributos em outubro, maior resultado para o mês. Regularização de ativos no exterior provocou resultado.
Economia
Índice avançou pelo sétimo mês consecutivo, mas ainda está num nível considerado negativo.
Moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 3,394. Foi a segunda valorização consecutiva.
Nove contratos firmados em Tânger preveem investimentos de US$ 43,5 milhões na indústria de autopeças.
Agência da ONU prevê redução das vendas externas da região pelo quarto ano consecutivo em 2016. Recuo, no entanto, será menor do que o registrado em 2015.
Houve redução no endividamento interno e externo do Brasil em termos nominais em outubro sobre setembro. O valor ficou em R$ 3,03 trilhões.
Brasil recebeu US$ 8,4 bilhões em investimentos diretos no mês passado, um aumento de 25% sobre outubro de 2015.
Despesas feitas em outros países somaram US$ 1,4 bilhão em outubro, com aumento de 41,8% sobre mesmo mês de 2015. Receitas deixadas por estrangeiros no Brasil caíram.
Relatório sobre o tema será apresentado à Assembleia Geral da ONU. Agência afirma que economia local poderia ‘facilmente’ ter o dobro do tamanho se os territórios não estivem ocupados.
Pesquisa da CNI mostra índice com 45,8 pontos, o que indica queda.
Na terceira semana de novembro as vendas externas somaram US$ 8,94 bilhões e as importações US$ 7,06 bilhões.
Saldo negativo recuou de janeiro a setembro. Exportações somaram US$ 5,5 bilhões, e importações, US$ 14,1 bilhões.
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central ainda aumentaram a projeção de redução do PIB brasileiro este ano.
Total de 175.997 operações no mês foi recorde. Aplicações de até R$ 5 mil responderam por 70% do volume de negócios.

