Segundo estimativa de instituições financeiras, PIB do Brasil deve encolher 2,44% em 2015 e 0,5% em 2016. Levantamento é feito semanalmente pelo Banco Central e perspectivas pioraram.
Economia
Queda em agosto se refere à comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação a julho deste ano, houve crescimento de 9%.
Christine Lagarde estará no país árabe entre 7 e 9 de setembro. Ela vai examinar projetos em andamentos e avaliará possibilidade de um novo empréstimo.
Brasileiros retiraram mais do que depositaram na caderneta de poupança em agosto, segundo dados do Banco Central.
Fabricação de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu no mês passado sobre agosto de 2014, segundo balanço da Anfavea.
No Brasil, a processadora italiana compra de pequenas a grandes quantidades dos fornecedores. Nos outros países, mínimo é um contêiner. Cafeicultoras familiares querem exportar.
Estabelecimentos que servem comida e vendem carnes produzidas segundo as regras muçulmanas passaram de cerca de dez para 20 em cinco anos no País, segundo dados do Centro Islâmico no Brasil, que emite certificações.
Segundo a Serasa Experian, houve 766 pedidos de recuperação judicial em 2015, maior quantidade desde que cálculo começou a ser feito, em 2006.
Banco estatal de fomento desembolsou R$ 68,7 bilhões no primeiro semestre. A área de infraestrutura foi a que mais recebeu recursos.
Titular da pasta do Planejamento, Nelson Barbosa disse que o País necessita buscar esta meta. Proposta de Orçamento para 2016, porém, prevê déficit primário de 0,5%.
Desde o começo do ano até a última sexta-feira (28), a entrada de dólares superou as saídas no Brasil em US$ 9,8 bilhões. O resultado ficou bem acima do mesmo período do ano passado.
País produziu 2,46 milhões de barris por dia em julho, um aumento de 8,8% na comparação com o mesmo mês em 2014. Produção de gás natural teve crescimento de 8,5% no mesmo comparativo.
As fábricas de veículos, reboques e carrocerias do País acumulam queda na produção no período de janeiro a julho deste ano, segundo o IBGE.
Uso da energia caiu 2,9% sobre mesmo mês de 2014 no Brasil, segundo pesquisa da Empresa de Pesquisa Energética. No acumulado dos sete primeiros meses do ano a diminuição foi menor.

